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Dan Stulbach

A carreira de Dan Stulbach começou aos 16 anos. Apaixonado pelos palcos e pelo cinema, o ator fez poucos papéis na TV, mas todos marcantes e até premiados. Em 2015 irá integrar a bancada do CQC. Leia suas frases e conheça mais sobre esse talentoso ator.

Poloneses

Dan Stulbach, sobre seu personagem em Tempos de Paz

Eu venho de uma família de imigrantes poloneses. Sou da primeira geração nascida no Brasil. Por algum motivo, meus pais poderiam ter estado no mesmo navio do personagem, se tivessem vindo para cá naquele ano.

Incapacidade

Dan Stulbach

Sempre pensei que se eu fosse muito bem resolvido não seria ator. Você acaba nessa profissão pensando em lidar com a sua incapacidade de comunicação.

Liberdade

Dan Stulbach

É muito importante esta liberdade e também considero fundamental que você continue sendo dono de você mesmo e das suas escolhas. Acho que isso faz parte da minha felicidade.

Plenitude

Dan Stulbach

Felicidade para mim é ser pleno. É viver na plenitude, as relações, as trocas. E eu sou muito feliz em fazer, tentar fazer dos lugares que eu passo lugares melhores.

Contra-ponto

Dan Stulbach, sobre sua participação no programa Saia Justa

Vou dar o contra-ponto. Defender os homens, provocar as mulheres. Sou eu e mais três homens que revezam.

Imaginário

Dan Stulbach

A gente misturava as histórias da Polônia com as do Brasil e com as da minha cabeça. Então sempre foi meio imaginário, meio cheio de histórias a minha infância.

Mesma experiência

Dan Stulbach

Além de tudo, ela tinha passado pela mesma experiência que enfrenta a personagem. Foi muito bonito vê-la em cena.

Obrigação

Dan Stulbach

Na verdade, eu não tenho contrato com a Rede Globo, então não tenho obrigação de fazer novelas e ficar vinculado à emissora. Gosto que seja assim pra poder fazer o que eu quero.

Visibilidade

Dan Stulbach

Não tenho essa loucura pela visibilidade, até porque quando se dá entrevista, tem-se a medida exata do que você é, e isso pode ser angustiante.

Encontro

Dan Stulbach

Eu adoro isso, adoro o encontro. A coisa que eu mais gosto na vida é o encontro.

Estrangeiro

Dan Stulbach

Na minha casa, sempre se falou polonês, tínhamos costumes diferentes, meus pais diziam "os brasileiros". A minha educação era européia, mais dura. Essa sensação de ser estrangeiro tem a ver com eu ter me tornado ator, me fazia observar as pessoas, imitá-las.

Fiel

Dan Stulbach

O que me marca mais é a vontade de responder às perguntas da maneira mais fiel comigo e evitar aquele desejo de parecer alguém melhor do que sou.

Certezas

Dan Stulbach, sobre a peça Dúvida

A certeza move as pessoas de forma avassaladora, frenética. O fascismo e a ditadura são filhos da certeza; a democracia, a ponderação e o bom senso, da dúvida. A peça tem a ver com o mundo intolerante, dividido, e com a política brasileira.

Desafio

Dan Stulbach

Minha resposta honesta é que as pessoas tenham uma opinião real sobre mim. O ator sem texto é sempre um desafio.

Rótulo

Dan Stulbach, sobre ser comparado ao Tom Hanks

A última coisa que a gente quer é um rótulo.

Grupo

Dan Stulbach

Entrei no teatro por vontade de existir, de fazer parte de um grupo.

Era a hora

Dan Stulbach, sobre dirigir a peça A Toca do Coelho

Já tinha recebido outras propostas antes, mas essa não poderia recusar. Faz tempo que eu estava querendo exercitar esse lado. Achei que essa era a hora.

Dois mundos

Dan Stulbach

Eu me completo com os dois mundos (de ator e jornalista, no programa que apresenta na rádio CBN). Como ator, vivo num mundo de certa ficção, que tem frases bacanas, como "a arte é uma mentira necessária para que a verdade apareça". Quando elaboro as perguntas aos entrevistados, me sinto mais realista com o que o mundo é hoje. Para mim, é menos omisso.

Até lá

Dan Stulbach

Olá, eu te escrevo do passado. Hoje eu tenho dezesseis anos, acabei de sair do ensaio e estou aqui no Theatro Municipal vendo o prêmio APCA. O Paulo Autran está ali apresentando, acaba de ganhar o prêmio de melhor ator. Como você não vai se lembrar disso direito, te digo que entrei aqui de bico, e estou aqui no alto do teatro, comendo escondido um Big Mac. Escrevo pra você aí no futuro, será que você vai ser ator? Será que você vai trabalhar com esses caras? Tomara que sim. Quer dizer, daqui deste lugar, tomara que sim. É tudo tão distante, é tudo que eu quero hoje. Entenda que, daqui, parece impossível. Impossível ganhar um prêmio desses, impossível estar num teatro desses. É longe pacas. Mas essa carta é pra que você saiba que se isso acontecer, esse cara daqui vai ficar bem feliz. Se isso acontecer, tomara que você agradeça direito e, principalmente, que seja por uma peça em que você acredite. E que mais, que o prêmio por uma peça que fale da gente e que valha a pena. E que junto com você, aí vou estar eu, de algum jeito. Que junto a este ator premiado, ou sei lá o que que você se torne e que eu ainda não conheço, vai estar esse moleque aqui, que com os olhos brilhando te escreve aí pro futuro, pra que você não se esqueça deste longo caminho e do amor por esta gente e pelo teatro. Até lá.

Como é

Dan Stulbach

Eu procurava atores e perguntava a eles no camarim: e aí, como é ser ator?