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Flávio Migliaccio

Após sair do Seminário, onde estudava para ser padre, Flávio Migliaccio descobriu sua paixão no teatro. Após muitos anos de carreira, ele mantém o senso de humor e principalmente a humildade. Conheça um pouco mais sobre esse ator que tem muito o que nos ensinar!

Personagens

Flávio Migliaccio

Eu tenho o costume de me apaixonar pelo personagem e querer representá-lo para o resto da vida. Pode ser tanto o herói, quanto o ermitão ou o aposentado.

Dificuldades

Flávio Migliaccio

Minha mãe teve 17 filhos, então, para driblar a fome, a gente procurava se divertir. Meu pai animava muito a gente, mesmo na hora que só tinha banana para comer.

Profissão

Flávio Migliaccio

Não gosto desse endeusamento do artista. A profissão de ator é a mesma coisa de um pedreiro, de um marceneiro.

Preferências

Flávio Migliaccio

Enquanto meus colegas iam assistir aos filmes cabeça da época, como Antonioni, Godard, eu ia ver Totó (ator cômico italiano), Oscarito, Mazzaropi. Eu me identificava muito mais com estes artistas populares.

Infância difícil

Flávio Migliaccio

Meu pai tinha muita dificuldade de dar comida para a filharada toda. A gente não tinha dinheiro para comer, comia banana... A gente ia se virando. Não teve isso de “vai ser doutor”, era “vai trabalhar para ganhar um dinheirinho”. E custei para ganhar esse dinheiro. Por isso, fiz um pouco de tudo. Fui pedreiro, eletricista, marceneiro, mecânico, balconista. Houve uma época em que ficava na porta daquelas lojas próximas à Estação da Luz (em São Paulo), chamando a freguesia. Também fui engraxate.

Crianças

Flávio Migliaccio, sobre sua trajetória com público infantil

Sempre tenho a vontade de fazê-las felizes, pois são os seres humanos mais próximos da pureza, longe de serem corrompidos pela sociedade.

Transformações

Flávio Migliaccio

Tem ator que se transforma no personagem e tem personagem que se transforma no ator. O meu é o segundo caso. Eu não tenho esse talento de me transformar em um personagem, então faço com que o personagem se aproxime de mim.

Figurinos

Flávio Migliaccio, sobre criar seus próprios figurinos

Vou lá na contrarregra e procuro uma roupa que combine comigo. Sou bastante criticado por isso. Alguns diretores acham que eu me intrometo demais.

Dores do passado

Flávio Migliaccio, sobre abuso na adolescência

A verdade é que fui assediado por padres. E, quando isso começou a acontecer, descartei a ideia do seminário. Eles queriam fazer uma coisa que eu não queria, então fui expulso. Era terrível.

Início de carreira

Flávio Migliaccio, sobre como se descobriu ator

Um dia, andando perto da igreja de Tucuruvi (bairro de São Paulo), ouvi umas vozes. Era um grupo do teatrinho da igreja. Entrei, sentei e comecei a assistir à apresentação. Gostei tanto do que vi que fui falar com o ator principal, disse que era capaz de fazer aquilo. Foi engraçado, porque ele disse: “Faz pelo amor de Deus que não aguento mais”. A partir desse dia, fiquei no lugar dele.

Paixão Platônica

Flávio Migliaccio, sobre Cláudia Raia

Quem não se apaixona por ela? Não apenas pela exuberância, mas pela generosidade, a educação, a atenção que ela dá a todos, sem distinção, o talento, tudo! Quando você pensa que ela não vai mais te surpreender, ela se supera.

Chalita

Flávio MIgliaccio, sobre seu personagem em Tapas e Beijos

Chalita é para ficar para o resto da minha vida.

Dinheiro

Flávio Migliaccio

Não sou ganancioso, o dinheiro não me faz feliz. O que me faz feliz é escrever. E gosto de fazer charges também.

Marcas da Profissão

Flávio Migliaccio

Tem ator que odeia ser marcado por um papel, porque acha que isso o desmoraliza, mas comigo não. Quero ser desmoralizado e ficar com aquele personagem para o resto da vida.