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Anderson Di Rizzi

Fazendo sucesso em novelas como "Amor à Vida" e "Êta Mundo Bom!", o ator Anderson Di Rizzi esbanja talento em seus projetos. Conheça alguns dos pensamentos e opiniões do ator global que também já pensou em ser jogador de futebol!

03/08/1978
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Como se tornou ator

Anderson Di Rizzi

Sou formado em Técnico em Contabilidade e, enquanto trabalhava nessa área, comecei a fazer academia. Um amigo tinha uma agência e me chamou para fazer alguns trabalhos. Eu fui para São Paulo e fiz figuração. Então me matriculei no curso da Escola Macunaíma e comecei a estudar para ser ator. A profissão veio sem querer.

Quando mãe fala

Anderson Di Rizzi

Quando eu tinha 15 para 16 anos, eu resolvi furar minha orelha. Meu pai encheu o saco e minha mãe falou ‘quem fura a orelha é só artista’. E quando eu resolvi estudar teatro, ela lembrou: ‘você foi estudar teatro por causa de seu furo na orelha’.

Investindo na mulher certa

Anderson Di Rizzi

Um dia saí para gravar e falei para ela ficar à vontade, ir à praia, “a casa é sua”. Quando voltei, Taise tinha passado o dia inteiro limpando o apartamento, foi ao mercado, fez um jantarzinho. Aí pensei: ‘Essa é uma menina que teve a oportunidade de ir para a praia e fez tudo isso’. Lá na frente, quando a situação apertar, vai estar do meu lado.

 

O eterno palhaço “Carlito”

Anderson Di Rizzi

Eu, particularmente, fico muito feliz por isso, de as pessoas lembrarem de mim através de meus personagens. Na rua, dificilmente alguém me chama pelo nome, é sempre “Palhacinho”, “Palhaço”, “A delícia tá onde?”, essas coisas. Espero que lembrem mesmo, durante muito tempo.

Relação com a religião

Anderson Di Rizzi

O meu contato com a religião, com Deus, sempre veio muito da minha mãe. Fiz primeira comunhão, tive uma formação católica, mas hoje em dia não tenho religião. A minha religião é Deus, sinto muito forte a presença Dele. Leio a bíblia, estou sempre pensando no próximo, nunca fazendo com o próximo o que eu não gostaria que fizessem comigo.

Como descobriu seu amor pela atuação

Anderson Di Rizzi

Primeiro fui fazer um curso rápido de teatro, pra ver se era isso mesmo que eu queria, e saber como seria, o que eu iria sentir, como eu iria me sentir, e aquilo me deixava muito feliz. Eu não via a hora de voltar para a próxima aula, ficava pensando nos próximos exercícios que eu teria pra fazer, e já pesquisando outros cursos pra fazer, e aquilo me alimentava muito bem, eu ficava muito feliz com aquilo.

O valor dos sonhos

Anderson Di Rizzi

Eu não indicaria para ninguém ser ator, porque eu sei o quanto isso é difícil, mas é claro que se for um sonho, algo que a pessoa queira muito e que esteja muito presente dentro dela, então eu diria para ir fundo.

Como se vê na velhice

Anderson Di Rizzi

Eu me vejo um senhorzinho de idade correndo na praia de óculos escuros, queimado de sol, com um monte de cachorro, sem muitas dores, com uma árvore de arruda na orelha e um balde de sal grosso na cabeça. Eu quero envelhecer bem. Sempre que me vem essa imagem na cabeça, me vem a saúde, então pra mim isso é o mais importante.

Essa é pra casar

Anderson Di Rizzi

Uma moça que está comigo, e num momento tão especial da minha vida conversa comigo e diz que quer ir pagar uma promessa comigo, pra estar mais perto de mim e da minha família, então eu pensei: “Essa é uma mulher da minha vida”.

Salão de beleza da mãe

Anderson Di Rizzi

Eu fico na recepção, atendo as clientes, falo da novela que elas adoram, faço um cafezinho e lavo, no máximo, um cabelo. Não chego a fazer mais nada que isso. Mas eu adoro e estou sempre lá. Quando estou em Campinas fico lá, ajudando a minha mãe.

Papel de galã

Anderson Di Rizzi

Não é fazer papel de galã, eu acho que eu faria mais um papel de um mocinho apaixonado. Eu não rotularia dessa maneira. Mas, se fosse um cara que não tivesse casado e se relacionasse com duas ou três mulheres, eu levaria com a maior verdade do mundo. Acho que essa coisa de galã fica mais para essa visão do público mesmo.

Amor pelos animais

Anderson Di Rizzi

Amo todo tipo de bicho. Tenho alguns cachorros adotados, gosto de gatos, cavalos, cabritos, vaca, boi, tudo o que você imaginar. Eu não mato nada. Não mato formiga, não mato abelha. Para você ter uma ideia, minha namorada briga comigo, porque ela vai matar pernilongo e eu falo: “Não precisa matar, é só expulsar ele daqui”. Acho que, como nós temos nosso espaço, os bichos têm o espaço deles.

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