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Reynaldo Gianecchini

Cheio de beleza e talento, Gianecchini conquistou o Brasil e atualmente possui uma carreira sólida e reconhecida. Além disso, com a sua determinação e garra, o ator superou um câncer e serve como fonte de inspiração para todos.

12/11/1972
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Reservado

Hoje em dia, sou muito mais reservado, não tenho vontade de abrir esse espaço. Antes, eu achava que era assim que funcionava. As pessoas iam perguntando e eu ia respondendo honestamente. Agora eu sei que tenho que determinar mais o meu espaço.

Desacelerar

Sempre gostei muito de viajar. [...] Só que nos últimos anos entrei em uma roda viva de trabalho que não me permitia viajar tanto. Super curtia trabalhar intensamente, fazer novela, teatro e cinema ao mesmo tempo, mas depois que estive doente, realmente mudou muita coisa. Foi meio orgânico. Comecei a ter mais necessidade de cuidar de outros departamentos além do profissional.

Abrir o coração

Reynaldo Gianecchini

Tenho tentado abrir meu coração. Há uma historinha aqui, outra ali, mas nenhuma vingou a ponto de eu achar que aquela relação poderia ser uma coisa forte, que valesse a pena a ponto de eu abdicar dessa minha liberdade.

Vigor e desejo sexual aos 40

Reynaldo Gianecchini

Não sei te dizer se maior. Mas com mais qualidade com certeza. O sexo com a idade é muito mais interessante. É quando você se conhece, quando já deixou de lado toda a ansiedade própria dos 20 e tantos anos, que te impede de curtir o presente, o aqui, o agora. Sexo é muito isso, você estar presente ali. Tirar da cabeça todos os pensamentos, as ansiedades. Viver aquilo respeitando o que o seu corpo quer. Há uma diferença gritante entre transar com a menininha de 20 anos e transar com a mulher de 40.

Limite

Reynaldo Gianecchini

Eu quero sempre passar uma coisa legal para as pessoas. Não gosto de estar associado com coisas que não me interessam. Fazer publicidade é uma fonte muito legal de grana, mas eu poderia estar fazendo muito mais do que estou. Não quero ganhar todo o dinheiro do mundo. Eu gosto e faço questão de estar associado a empresas que eu considero importantes, que têm uma proposta legal. E eu também tenho preocupação com essa superexposição que a gente tem. Não gosto, por exemplo, de ficar emendando um trabalho no outro na televisão. Sempre procuro intercalar televisão com teatro, com cinema, pra dar um tempo. Acho que vai chegar uma hora que eu vou querer dar um tempão enorme, tirar um ano sabático.

 

Papel de garotão

Reynaldo Gianecchini

É natural, né? Óbvio que eu não posso mais fazer um adolescente. No teatro até dá. Ele é mais metafórico. Mas tem uns papéis muito bonitos nessa idade dos 40 aos 50 anos. É uma idade muito bonita para o homem. Ele ainda mostra um vigor, ainda é jovem, mas já tem uma maturidade. Tem um conforto de estar na própria pele.

Tratamento do câncer

Reynaldo Gianecchini

Resolvi encarar muito de frente a doença, com tudo o que ela tinha. Quis olhar e falar: “OK, sei exatamente o que eu tenho, vou lidar com isso e não vou tentar maquiar”. Encarei o desafio de deixar as preocupações do dia a dia de lado e focar numa outra coisa. Ou seja, a vaidade não era importante. De repente, eu não tinha que fazer mais nada. Só cuidar de mim. E foi muito legal. Na verdade, essa parte de ficar sem cabelo foi muito fácil. Foi legal até. Lembro que me olhei no espelho e falei: “Caramba! Ficou condizente com a minha condição, pareço um guerreiro mesmo”.

Cabelo grisalho

Reynaldo Gianecchini

É uma coisa genética. Meu pai também tinha, desde novo. Comecei a fazer publicidade, depois novela e sempre fazia muito garotão, né? Nunca fiz papel de pai. Estreei na televisão com 28 anos, mas parecia que eu tinha 20. Demorei muito tempo para assumir esse cabelo branco. Deixei agora pra um personagem. Na capa do meu livro, ele já estava meio branco. Eu tinha acabado de sair do meu tratamento e a gente queria uma imagem crua minha, que não fosse de vaidade. O livro é isto, um close meu, com a cara que eu acordei e com aquele cabelo sem pintar. Todo mundo adorou. E eu tô adorando agora também. Fora que eu estou impressionado com a manifestação das mulheres, não tinha noção que elas gostavam tanto. Dou três passos na rua e sempre vem uma falar: “Deixa assim, pelo amor de Deus! Está a coisa mais linda”. Acho que passa uma coisa de segurança pra mulher, né?

Religião

Reynaldo Gianecchini

Fui criado no catolicismo. Mas a minha religião é o meu contato com o superior, com a força do Universo. Eu acho a religião às vezes muito perigosa. São tantos tabus... Cheguei a uma conclusão: é só o amor que faz você se entender e se conectar. Então eu sinto que é muito mais forte um gesto de amor, ter o amor no coração, do que palavras, orações. Muita gente fica presa na ideia de “não faça isso, faça aquilo” da religião e esquece de dar carinho pras pessoas. Tem gente que chega pra mim e fala: “Você não conhece Jesus!”. Principalmente os evangélicos. Eu falo: “Por que você acha que tem mais acesso que eu? Por que você é bitolado?”.

Ficar nu

Reynaldo Gianecchini

Estou numa fase de despudor. Não é fácil, mas aprendi a administrar com o tempo. Não vejo problema em ficar pelado, desde que tenha um contexto e que não me exponha mais do que eu permita.

Primeiro beijo

Reynaldo Gianecchini

Ficheiro: WIkipedia

Foi inesquecível, coração a mil. Era uma menininha que depois me rejeitou e me deixou arrasado. O nome dela era Gislene. Eu tinha uns 14 anos. Aconteceu numa viagem, a gente foi a uns joguinhos. Eu jogava basquete, vôlei, e fomos para outra cidade, chamada Auriflama. Ela jogava também. Rolou esse beijo e, nossa!, eu já estava com muita vontade, era bem apaixonado pela menina.

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Fora em Carla Bruni

Reynaldo Gianecchini

Não é que eu não quis. Na verdade, não desenvolvi. Se fosse hoje, que eu sou muito mais esperto, teria jogado com aquilo. Mas é que naquela época eu morava no exterior e era uma fase da minha vida que eu estava muito zen. Só meditava, não saía de casa, não ia a festas. Achava todo aquele ambiente que eu trabalhava chato demais. Trabalhava e voltava pra casa. Queria ler meu livro. Era uma fase muito radical da minha vida, e eu tive várias fases radicais. Essa foi para um polo. Depois teve outra pro outro polo, da bagunça total. Tudo isso para descobrir o equilíbrio. Se ela tivesse aparecido um pouco depois, talvez eu tivesse desenvolvido. Ela realmente é uma das mulheres mais lindas que já vi.

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