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Flora Matos

Flora Matos é uma rapper brasileira, nascida em Brasília. Em suas entrevistas ela fala sobre seu processo criativo e o que valoriza em seu trabalho. Suas músicas buscam trazer soluções e não apenas fazer uma crítica. Flora também conta sobre seus sentimentos, e como isso influencia sua música.

18/11/1988
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Visão sobre o trabalho

Red Bull

“Eu tenho opinião sobre meu trabalho e dou o maior valor a isso. Se minha arte não for impressa como eu imagino, ela passa a não ter tanto sentido pra mim. Entende? Então, na verdade eu enxergo as relações que não deram certo, como um incentivo do destino, pra eu fazer meu trabalho da forma que eu imagino. Com minhas próprias mãos, meu próprio suor, meu próprio dinheiro, e principalmente, meu próprio olhar. E tem sido maravilhoso.”, disse Flora Matos.

Paixão inspiradora

Vice

“Desde 2010 até o final de 2016, eu vivia uma paixão incondicional por um cara que me inspirava muito. Consegui por alguns períodos adormecer essa paixão, quando me permitia conhecer algum cara ou alguma mina diferente. Mas sempre que eu rompia, percebia que o que eu tinha com ele permanecia vivo.”, declarou Flora.

Eletrocardiograma

Vice

“Resolvi dedicar esse disco a essa vivência que tive. Falar de amor, paixão doentia e entrega total. E marcar esse momento de libertação em que o nosso amor-próprio renasce e a gente se dispõe a amar e ser amada outra vez.”, declarou Flora sobre o disco Eletrocardiograma.

Escolhendo o nome do álbum

Red Bull

“Esse disco é meu eletrocardiograma sonoro né, rs. Eu fiz um exame e aí a moça falou: – Nossa! Nunca vi curvas tão perfeitas. Aí eu pedi pra ver, e eram bonitas mesmo as ondas. Nesse momento eu tava com o disco pronto e ainda não sabia qual seria o nome dele. Foi quando eu pensei que o nome seria perfeito também. Copiei as curvas do exame e recortei um trecho delas para a capa.”, contou Flora.

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Família de artistas

Rede Brasil Atual

“Minha mãe já tinha dois filhos, o mais velho hoje é ator e diretor de teatro e a outra trabalha com direitos humanos, é militante das lésbicas e dos gays. Daí casou com o meu pai, teve a mim, o Caetano e o Zé. O Caetano é ator, canta e escreve, o Zé Maia é designer, artista plástico sinistrão. Depois ela teve mais dois, com um palhaço de rua. Eles também são atores e superabertos pra fazer música. A Júlia, de 15 anos, veio aqui, escreveu um rap. São sete filhos, sete artistas bons no que escolheram.”

 

Discussão com Emicida

Twitter

“Se meu foco fosse dinheiro, meu discurso vocês devem imaginar qual seria. O mais descartável possível. Mas eu, na de plantar orgulho no coração de quem me escuta, acabo sendo tachada de afroconveniente pelo Emicida”, publicou Flora em seu perfil.

O rap nacional

Ig

“O rap está ganhando uma visibilidade maior. Em partes, porque pessoas importantes da MTV e outras mídias têm uma certa sensibilidade e estão dando o espaço necessário pra esses caras. Mas também porque cada vez mais novos artistas estão provando que têm talento e assim o rap se fortalece aos poucos.”, disse Flora Matos.

Solidão

UOL – Rolling Stone

“Em um momento bem complicado da minha carreira, quando as coisas não andavam na velocidade que eu esperava, tive que correr com as minhas próprias pernas, como sempre fiz. Me recolher um pouco pra pensar em como solucionaria esse problema. Respeito muito minha solidão. É nela que eu me encontro totalmente livre pra escrever minhas músicas. Sou só eu e a música, naquele espaço de tempo infinito, nos tornando uma só.”, afirmou Flora Matos.

Solucionando

Flora Matos é uma rapper que busca trazer soluções em sua música, não apenas contar uma história, mas apresentar um desfecho. Seu objetivo não é o lucro, embora isso seja consequência, mas ela quer tocar as pessoas com sua música.

Mulheres no rap

Rede Brasil Atual

“(...) Quando dão oportunidade é mais pra menina ficar ali, do ladinho, cantando um refrão, não gostam muito de ver a mulher rimando. Mas, se existe aquela coisa “mulher não nasceu pra cantar rap”, é coisa que eu não vejo, porque eles não me deixam ver, já viram que eu sou isso aqui. Não adianta falar pra mim que eu não nasci pra fazer isso porque foi isso o que eu vim fazer.”, comentou Flora sobre mulheres cantando rap.

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