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Frases de Hungria

Aos 28 anos, Hungria Hip Hop já alcançou milhares de fãs e tocou ao lado de grandes nomes da música como: Gusttavo Lima, Mano Brown, Mr. Catra, DJ Bhaskar e Claudia Leitte! Suas músicas sobre o dia a dia procuram falar de coisas positivas e levantar a moral de seus fãs. Conheça sua carreira através desse apanhado de Frases de Hungria. Torne-se ainda mais fã desse talentoso e simpático rapper que tem uma personalidade marcada! As frases de Hungria não escondem quem ele é e o que ele pensa! Muito humilde e carismático, através das frases de Hungria vemos um grande cantor muito grato à Deus e a seu público.

26/05/1991
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Ascensão do rap

Hungria para IstoÉ ao vivo

Sobre seu contato com o estilo que vem se popularizando:

“Onde eu morava, o rap já era muito forte! O rap era presente o tempo todo na comunidade que eu morava… hoje ele tá em ascensão na mídia televisiva, em rádio, porém, na quebrada, ele sempre foi auge!”

’‘Playboy”

Hungria para IstoÉ ao vivo

Sobre ser considerado o “playboy” do rap, Hungria atribui isso ao conteúdo de suas músicas e ao fato de ninguém conhecer sua realidade:

“O rap é a voz da periferia, é um protesto político e social, e eu vim tirando coisas boas e falando coisas boas no meu rap.”

Inspiração

Hungria para IstoÉ ao vivo

Sobre como compõe:

“Tenho dessas também, de sentar pra escrever, mas isso se tornou mais raro. Eu costumo muito sentir uma energia, na hora que acordo, e sentar pra escrever. Acho que as melhores composições são nos momentos que a gente não espera.”

 

Preconceito no rap

Hungria para IstoÉ ao vivo

Hungria reconhece que o rap é um meio bastante preconceituoso que acaba sendo reacionário a novas proposta:

“Era pra ser o ambiente para ter menos preconceito. O rap prega igualdade social, igualdade política.. e por que o rap não me abraçou? O rap tem isso aí, não era pra ter pelo que ele prega”.

Amor de fã

Hungria para IstoÉ ao vivo

“O fã e uma parada muito louca! O fã é um amor tão doido que ele não te conhece pessoalmente, tá ligado? Ele te vê nas fotos, nas redes sociais, porém quando eu sinto um abraço verdadeiro de um fã é muito louco... O fã, ele compra uma guerra por nós!”

Poder da música

Hungria para IstoÉ ao vivo

“A música ela é uma arma. A música é uma arma branca, irmão. Eu duvido, se o pau tiver quebrando no meio de uma guerra, e o cara levanta uma caixa de som lá e fala: “irmão, vamo se abraçar”. Aí, para a guerra. Mas a música, ela também estoura uma guerra. Muito louco isso, né?”

Influência

Hungria para IstoÉ ao vivo

Sobre a música influenciar quem a ouve:

“A música, onde ela chega, não tem uma fronteira! Ela vai chegar em todo lugar. Vai chegar em criança, vai chegar num pai de família... tá ligado? E a música, e a pessoa que tá naquilo ali, pode ser comparado a um alimento e um estômago! A criança, ela absorve mano, aqueles ingredientes ali. E aí? A criançada tá absorvendo o que hoje aí na rua?”

Pedido

Hungria em sua música “Pedido”

Hungria relata sua realidade através de suas músicas, e estimula seus fãs a seguirem em frente!

“Já pensou se eu tivesse parado

Desistido no meio do caminho

Quando a chuva escorria na telha

E a mesa mais farta era a do vizinho?

Quantas vezes me senti sozinho

Incapaz de olhar pro espelho

Mas capaz de exercer minha fé

E expressar minha dor chorando de joelho”

Fazer o que gosta

Hungria para IstoÉ ao vivo

Não adianta ser rico, “bem-sucedido” e se sentir frustrado na profissão.

A gente vê, cheio de moleque ai frustrado, né? Quantos cara profissionais, estudado que tão num ramo que não fazem ele feliz...Nada vai pagar nossa paz. Dinheiro nenhum. É o amor, velho!”

Sozinho na multidão

Hungria para IstoÉ ao vivo

Sobre conhecer e confiar em pessoas no mundo da fama:

“Tem uma música do Zé Ramalho que ele fala: “é como ter milhões e milhares, e ser sozinho.” Isso é muito louco. Milhares por quê? A gente se tornou uma pessoa cercado de pessoas, porém de pessoas que você não tá ligado qual arma ela tem aí. Talvez a arma dela é um abraço, talvez seja uma punhalada nas suas costas.”

Confira frases de Zé Ramalho, o paraibano que conquistou o Brasil

Lembrança

Hungria

Levar uma mensagem positiva é o lema de Hungria. Acusado de “playboy” por falar de coisas boas, o rapper alega que o que ele quer transmitir para seu público são "mensagens boas”.

“Eu quero a quebrada sorrindo

E a tristeza na lona

Os pivete jogando nos time de Barcelona

E se hoje tá de Nike, já teve com os pés no chão

Pra provar que o corpo pobre, a mente rica faz milhão.

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