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Razões para você assistir The Handmaids Tale

Já imaginou um futuro onde todos os direitos das mulheres são revogados, e vidas são moeda de troca entre países? Um cenário tão absurdo e, ao mesmo tempo, tão real é o que te espera em The Handmaids Tale, uma série apaixonante e revoltante.

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Se parece muito com a realidade

É, sim, uma distopia, mas ainda assim é tão semelhante com a realidade! The Handmaid’s Tale mostra uma clara visão do oprimido, mesmo que sob uma perspectiva de um futuro sombrio e distópico.

É forte, mas é real

É desesperador ver o sofrimento daquelas mulheres e mais desesperador ainda identificar que algumas daquelas coisas acontecem ao redor do globo. A série mostra o sofrimento real e distópico de sociedades totalitárias, opressoras, patriarcais e machistas.

Existem coisas que precisam ser debatidas

Por mais difícil que seja encarar algumas coisas, elas precisam ser debatidas e The Handmaid’s Tale não tem medo de travar esse debate ao falar sobre a liberdade sexual da mulher (que, ali, é inexistente), da objetificação do corpo feminino e de regimes opressores, patriarcais e machistas.

Também é um livro!

Um clássico de Margarete Atwood, “O Conto de Aia” foi a grande inspiração da série que já conta com duas temporadas. O livro foi publicado recentemente no Brasil e conta a história de uma sociedade distópica que tem muito mais a ver com a realidade do que imaginamos.

Um futuro assustador

The Handmaid’s Tale nada mais é do que um retrato distópico, assustador e (por que não?) bastante realista de uma sociedade sombria, em que há a instauração de um regime totalitário religioso após uma epidemia geral que deixa as mulheres inférteis.

Mulheres como objeto

Aqui as mulheres são completa e insensivelmente objetificadas: as Aias, mulheres que ainda são férteis, tornam-se escravas sexuais de famílias poderosíssimas para as quais são obrigadas a reproduzir. Isso mesmo: como matrizes. Sim, é assustador demais.

 

Atuação forte de mulheres incríveis

Não é pra menos que a série é aclamada pela crítica: em 2017, inclusive, a Alexis Bledel, de Gilmore Girls, ganhou seu primeiro Emmy pela série. Isso sem falar nas outras fantásticas atuações da produção.

É técnica pra todos os lados

O trocadilho é de tiozão, mas é a verdade: a série merece destaque também para a técnica, direção e produção dos episódios. O figurino é incrível e a fotografia merece bastante reconhecimento.

Linha de construção de narrativa

The Handmaid’s Tale consegue utilizar-se dos flashbacks como algo inovador para mostrar como o mundo e a sociedade chegaram ao ponto em que chegaram. É uma narrativa interessante e inovadora e vai te prender do início ao fim.

Tensão a todo momento

A forma como a história é contada também gera uma incrível tensão em seu público – é desconfortável ver o drama daquelas mulheres, a forma opressiva de sobreviver que uma ditadura impõe e a constante objetificação da mulher.

Tempos difíceis para ser mulher

Outra coisa interessante que podemos destacar é que a série deixa claras algumas preocupações feministas que existem há décadas e que em qualquer crise os direitos das mulheres serão questionados, não importa o quanto a sociedade tenha avançado.

Governos teocráticos e totalitários

A série é uma clara crítica aos regimes políticos que permitem e incentivam a interferência da religião na condução das coisas e também a regimes totalitários, que ainda são uma forte realidade na sociedade em que vivemos.

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