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15 coisas bizarras sobre a Disney

Você já imaginou a fantástica Disney fazendo um filme educativo sobre menstruação? Provavelmente não! Há alguns fatos sobre a Disney que você precisa conhecer! Mergulhe neste fantástico mundo da bizarrice.

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Mickey traficante

Em uma história em quadrinhos de 1951, o ratinho mais querido do mundo se tornou um legítimo traficante de drogas! Em Mickey Mouse e o Homem Remédio, Mickey e Pateta descobrem um novo medicamento chamado "Peppo". A anfetamina disfarçada é tão poderosa que faz as pessoas baterem no teto e rodar em círculos.
Impressionado, Mickey decide que a droga é perfeita para um esquema de enriquecer rapidamente. Então, ele se aproxima do empresário da Peppo para adquirir um território de distribuição. Então eles partem para a África, de onde o “bagulho” vem.

A aldeia que eles visitam é comandada por um curandeiro local, que coloca nas refeições de todos os moradores algum tipo de sedativo para que ele possa roubar seus diamantes. É claro que Mickey e Pateta salvam o dia, acordando o rei adormecido com Peppo e capturando o curandeiro vilão.

Mega Curioso

Fotografia de família

Uma linha tênue pode separar a coincidência da magia da Disney. Quando os noivos Alex e Donna Voutsinas começaram a rever fotos de família pouco antes de seu casamento, eles se depararam com uma imagem muito curiosa.

Em um passeio de férias no parque Disney World em 1980, Donna (com cinco anos) posou em uma foto com seus irmãos e o personagem Sr. Smee (da turma do Capitão Gancho). No fundo da imagem, é possível ver um homem com uma blusa escura e com uma mancha branca no cabelo, empurrando uma criança de cerca de dois anos de idade em um carrinho.

O menino no carrinho era Alex, o próprio noivo de Donna. Uma coincidência incrível visto ainda que, na época, ele e Donna não estavam mesmo vivendo no mesmo país — Alex é canadense e Donna norte-americana. Eles só se encontrariam 15 anos depois. A mãe de Alex mostrou as fotos das férias de sua família com o pai vestindo realmente a mesma roupa da foto de Donna.

Dumbo bêbado

Depois de Dumbo tomar uma água sem saber que nela continha Whisky, ele fica completamente bêbado e tem uma alucinação onde surgem vários elefantes rosas, azuis, amarelos, que dançam, se tranformam e fazem coisas estranhas, ao som de uma canção meio esquizofrênica. De acordo com a Disney, a intenção da cena na época era manter as crianças longe de bebidas alcoólicas.

Empregada doméstica da família Disney

Thelma Howard veio de família pobre e muito sofrida. Sonhava em ser secretária, mas não teve dinheiro suficiente para terminar a escola de negócios e precisou abandoná-la. Até que, em 1951, ela conseguiu um emprego como funcionária doméstica da família Disney. Ela era muito dedicada, morava no local de trabalho e lhes serviu por 30 anos.
Durante esse período, o seu patrão, Walt Disney, lhe presenteava com ações de sua empresa como presentes de Natal. Na época, elas tinham o valor de moedas de um centavo, mas ao longo de décadas, elas subiram astronomicamente.
Thelma se aposentou em 1981 e morreu em junho de 1994. Embora ela tenha vivido a maior parte de sua vida com pouco mais do que uma dona de casa humilde, ela deixou um legado espetacular. Sua fortuna valia mais de nove milhões de dólares. Metade foi para seu filho Michael e a outra metade foi destinada a beneficiar crianças de rua e desfavorecidas.

Funcionários sem moradia

As ruas fantásticas dos parques da Disney World podem mostrar um mundo incrível de fantasia, mas nem tudo por lá é sol e arco-íris. Os funcionários de início de carreira, que ganham cerca de oito dólares por hora de trabalho, não conseguem até mesmo pagar por um lugar decente para morar e a companhia não oferece ajuda de custo para isso.
Por essa razão, muitos funcionários da Disney e outros trabalhadores de baixa renda compartilham quartos de motel barato em períodos de semana a semana. Eles acabam dividindo o quarto e se mudando constantemente, pois os hotéis não aprovam muito essa prática.

Música "Hellfire" de "O Corcunda de Notre Dame"

Numa típica cena musical da Disney, Frollo reza à Maria cantando a música “Hellfire/Fogo do Inferno”, onde letras como “Destrua Esmeralda e que ela queime em aflição e arda no inferno”, “Deus fez o homem bem mais fraco do que o mal”, demonstram o seu desejo sexual pela cigana Esmeralda em constraste com seu ódio pelo povo dela, clamando para que ela escolha entre ele ou queime no inferno.
A música ainda contém um coro de voz cantando em latim, que aparecem na formas de fantasmas sem rostos e encapuzados com uma capa vermelha. Por causa desta música, o filme recebeu uma classificação ”G” nos Estados Unidos, equivalente a 12 anos por aqui.

 

Filme educativo

Nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial, as pré-adolescentes não recebiam muita informação sobre sexualidade humana, o que poderia causar espantos em muitas delas quando a primeira menstruação chegava. O assunto ainda era um tabu para as mães conversarem com as suas filhas, mas a Disney teve uma ideia para mudar essa situação de uma forma educativa e leve para as meninas.

Já seguindo uma série de curtas-metragens educativos sobre doenças e cuidados de higiene, a Disney resolveu mostrar como os corpos das meninas se desenvolviam em uma produção que seria veiculada nas escolas.

Batizado como A história da menstruação, o curta foi patrocinado pela marca International Celucotton Kotex (empresa que mais tarde se tornaria a Kimberly Clark) e já fabricava produtos de higiene feminina. O filme de 10 minutos foi amplamente distribuído e visto por milhares de estudantes até 1960. Essa foi, inclusive, a primeira vez que a palavra “vagina” foi mencionada em uma produção cinematográfica.

A morte de Mufasa em ‘O Rei Leão’

A morte do Rei Mufasa foi a primeira morte nos filmes da Disney assistida pelo público. Houve outros filmes anteriores em que o assunto estava presente, como em Bambi, mas a platéia nunca tinha visto o personagem morrer na sua frente.
Muitas crianças tiveram seu primeiro contato com a morte através da cena mais triste de O Rei Leão, em que Mufasa está pendurado, para não cair e ser pisoteado por uma manada que passava velozmente abaixo dele, e pede para o seu irmão Scar ajudá-lo, mas este, friamente, diz: “Vida longa ao rei” e arranha as mãos de Mufasa para ele cair, matando o próprio irmão cruelmente. O vilão ainda coloca a culpa no sobrinho Simba, o leãozinho filho de Mufasa, que começa a chorar sob o braço morto de seu pai.

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Proteção de personagens

Disney sempre foi extremamente cuidadosa na proteção de sua marca, porque seus produtos são muito populares e facilmente falsificados. Em vários casos, a empresa tem se esforçado de forma irracional e até mesmo repugnante para preservar seus direitos autorais. Em 1989, três creches na Flórida tinham murais de personagens da Disney em suas paredes e a empresa ameaçou retaliação legal se as pinturas não fossem removidas.

Vendo o potencial de grande publicidade, a Hanna-Barbera — criadora de Scooby-Doo — rapidamente aproveitou a oportunidade para oferecer os seus personagens para uso livre. Em 2006, ao saber que os pais de um bebê natimorto na Inglaterra desejava ter o personagem Ursinho Pooh gravado na lápide de seu filho, a Disney ameaçou processar o pedreiro envolvido.

Roupa íntima compartilhada

A Disney controla rigidamente todos os aspectos das operações dos seus parques, a ponto de ser obsessiva com isso. Durante anos, isto significou uma uniformidade bastante perturbadora entre os funcionários que “vestem” os bonecos dos personagens.
Junto com seus trajes, os atores tinham que usar roupas íntimas emitidas pela companhia, porque peças pessoais poderiam marcar e tornar-se visíveis para os visitantes. Até aí, tudo bem. O problema é que os funcionários deveriam compartilhar essas cuecas e calcinhas com os próximos turnos de Mickeys, Patetas, Plutos que se seguiam.

No final de um turno, os atores tinham que entregar seus trajes e roupas íntimas, que deveriam ser lavados em água quente a cada noite. Deveriam... No entanto, os funcionários começaram a reclamar que as roupas íntimas estavam imundas e fedorentas. Pior ainda, havia casos de piolhos púbicos e sarna sendo transmitidos. Em 2001, a Disney finalmente chegou a um acordo com o sindicato dos atores, permitindo-lhes usar as suas próprias roupas e levá-las para lavar em casa.

Para maiores de idade

Há várias outras supostas referências sexuais nos filmes. Como o cartaz em que o vestido da Minnie lembra um pênis ou a palavra "SEX", que aparece no filme "O Rei Leão". Gente! Será?

Música

A música entra em uma altura do filme em que os nativos e os colonos estão à beira da guerra. A intensidade de letras como “O que se esperar/Desses pagãos nojentos?/Essa sua maldita raça é como uma maldição/A sua pele é um vermelho meio satânico/Só são bons quando falecem” é incrivelmente cruel para o primeiro filme da Disney que lidou abertamente com o racismo e o imperialismo. Embora esta história tenha um final feliz, ainda há uma obscuridade e urgência neste número de música que é desconhecido em outros filmes da Disney.

Amigo de Pinóquio se transformando em burro

A cena em questão se passa na Pleasure Island, uma ilha cheia de guloseimas e tentações. Lá, Pinóquio, junto com outro menino, se embebedam e fumam! Porém, a ilha contém uma maldição: transformar meninos burros em jumentos de verdade, para serem vendidos para minas de sal ou circos.
Pinóquio assiste o seu amigo se transformar num burro, que esperneia e dá coices desesperadamente, gritando “socorro, socorro!” e depois “mamãe, mamãe!”. É uma cena perturbadora! Note que Pinóquio coloca a caneca de cerveja de lado, em seguida ele joga fora o charuto de tanto pavor, então depois é a vez dele se transformar.

Antes disso uma criança em forma de burro chora que quer a mãe, o homem mau então percebe que ele ainda fala e o joga de volta para o cercado, em meio a várias outras criancinhas que também se transformaram em jumentos. Meio traumatizante para as crianças que assistem, não?

Censurado

Na animação Bernardo e Bianca, de 1977, aparecem mulheres com os seios de fora duas vezes em algumas cenas. Estranho, né?

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