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Livros de Padre Antônio Vieira

Padre Antônio Vieira defendeu os judeus, os direitos dos povos indígenas e se destacou como missionário em terras brasileiras. Além de ter sido muito influente no meio religioso, suas obras até hoje são muito usadas. Conheça alguns livros dele!

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História do Futuro - Vol. I

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O assunto principal desta obra era o da instauração do Quinto Império ou do Reino consumado de Cristo na Terra - este reino de mil anos duraria até à vinda do Anticristo e seria um reino universal, a abranger todos os continentes, todas as raças e todas as culturas; um reino cristão e católico.

História do Futuro - Vol. II

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Esta obra, iniciada em 1649 e reencetada uns 15 anos mais tarde, está inacabada, devido às circunstâncias precárias em que o autor, António Vieira, se encontrava entre 1663 e 1666. Conservou-se o plano do tratado, pelo qual sabemos que a História do Futuro devia compor-se de sete livros e tratar de 59 questões.

Sermão da Dominga

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Versa em sete partes, sobre a religião, abordando aspectos como a verdade e a mentira, duas coisas que segundo o pregador, nunca podem andar juntas. O padre pregava o sermão da Dominga com o objetivo de induzir os colonos a libertar os indígenas, que haviam sido comparados aos hebreus escravizados pelo faraó do Egito.

Sermão de Dia de Ramos

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O "Sermão de Dia de Ramos" foi pregado no Maranhão em 1656, do outro lado do oceano e do equador, quando Padre Antônio Vieira tinha já encontrado o seu rumo e investia na sua missão à maneira de um bandeirante. É um sermão sobre a penitência, como convém no período quaresmal, mas Vieira aproveita-se mais uma vez das suas experiências de viajante para ilustrar com exemplos concretos e vividos a sua pregação.

Sermão de São Roque

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A preocupação com a situação econômica do país em guerra com a Espanha e as propostas para sanar essa situação foram os motivos que levaram Padre Antônio Vieira a escrever "O Sermão de S. Roque" em 1644. Foi pronunciado na Capela Real, na presença do rei, e tem esse nome pois foi pregado no Dia de São Roque.

 

Sermão de Santa Teresa

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Em "Sermão de Santa Teresa", Padre Antônio Vieiracriticou a Igreja por perseguir santos, lembrando que ela se expôs a uma caçada quando desafiou reduzir a regra carmelita moderada. Por que a santa se arriscaria ao descrédito? Pela salvação.

Maria Rosa Mística

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Maria Rosa Mística não é o título de um Sermão do padre António Vieira, mas sim o nome dado, pelo seu autor, a um conjunto de 30 Sermões publicados em dois tomos: o primeiro impresso no ano de 1686, e o segundo em 1688, ambos em Lisboa. O assunto, comum a todos os trinta Sermões que constituem Maria Rosa Mística, é a Virgem Maria e o seu Rosário.

Sermão do Mandato

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"O Sermão do Mandato" é o tipo de texto intitulado sermão sacro, escritos e pregados por Padre Antônio Vieira. Um dos sermões que fazem parte dessa obra, pregado na Capela Real em Lisboa em 1645, teve grande repercussão nos meios religiosos portugueses e espanhóis.

Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus

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"Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus" foi escrito por Padre Antônio Vieira e pregado na Igreja de Nossa Senhora da Glória, em Lisboa, no ano de 1644.
Padre Antônio Vieira nasceu em Lisboa em 1608. Foi religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus.

Sermão da Nossa Senhora do Ó

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O "Sermão da Nossa Senhora do Ó", pregado por Padre Antônio Vieira, é referente a múltiplos assunto. Primeiro, à Maria, mãe de Jesus, e também ao Ó, que significa o louvor à Deus e, segundo o padre, "a figura mais perfeita e mais capaz de quantas inventou a natureza, e conhece a Geometria, é o círculo". Diante da aparente diferença entre os temas e a analogia, desperta a curiosidade do leitor.

Sermão de Santa Catarina

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Tomando Santa Catarina como modelo de sabedoria, "Sermão de Santa Catarina", de Padre Antônio Vieira, considera que a sua pregação no palácio do Imperador supera três desvantagens: 1) a de número (ela é uma, e há muitos os opositores); 2) a do sexo (é mulher e deve convencer os homens); 3) a de ser reconhecida por mestres entre os sábios, pois a maior dificuldade entre intelectuais é reconhecer publicamente o erro e a ignorância, além de serem particularmente obstinados na defesa de sua escola, que consideram com amor tão parcial quanto o da mãe.

Sermão de Santo Antônio

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O "Sermão de Santo Antônio" foi pregado em 1654 por Padre Antônio Vieira. Com ironia e agudo senso de observação, critica os vícios e vaidades do homem, comparando-os aos peixes. Critica também a prepotência dos grandes que, como peixes, vivem do sacrifício de muitos pequenos, os quais "engolem" e "devoram". Censura os soberbos (roncadores), os pregadores (parasitas), os ambiciosos (voadores), os hipócritas e traidores (polvos).

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