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Foto de  Carlos Alberto Massa (Ratinho)

Ratinho

Carlos Alberto Massa, mais conhecido como Ratinho, é mais que um apresentador, já atuou como radialista, empresário, político e até ator em especiais da emissora SBT. Seu trabalho na televisão é marcado por sua espontaneidade e seu lado cômico, seu programa traz ainda um certo sensacionalismo que agrada a muitos. Ele já caiu no gosto de pessoas de diversas idades e vem cativando mais ao longo do tempo. Suas declarações são irreverentes, ele fala o que pensa sem medo do que vão dizer a respeito, ele também traz em suas falar certas ironias, o que dá um tom engraçado ao que diz. Confira mais sobre a vida do Ratinho e o que ele diz sobre diversas coisas.

Apresentação

Foto do Ratinho

Ratinho é o nome popularmente conhecido de Carlos Alberto Massa. O apresentador, empresário e radialista nasceu em Águas de Lindóia, SP, em 1956, trabalhou como ator em especiais do SBT, atuou como político de 1970 até meados de 1990, como vereador de Curitiba e Deputado Federal no Paraná pelo PRN. Iniciou sua carreira na televisão como repórter policial, logo depois de abandonar a política e, inspirando-se em Luiz Carlos Alborghetti, adotou um estilo irreverente e diferente de fazer televisão: interpretativo, sensacionalista, espontâneo e ao mesmo tempo engraçado; o que lhe rendeu a fama que possui até hoje na televisão brasileira.

Autonomia

Observatório da TV

Após ter problemas com a Record, em que a emissora quis diminuir a liberdade que o apresentador tinham em seu programa ‘Ratinho livre’, em 1998, Ratinho fechou contrato com Silvio Santos e foi para o SBT.

“Se o Silvio Santos ou qualquer outra televisão não me der liberdade, eu saio. Eu não fico onde não tenho liberdade!”

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O lado bom também precisa ser visto

Programa do Ratinho

Durante o seu quadro ‘Dois Dedos de Prosa’, Ratinho pergunta ao entrevistado Eduardo Bolsonaro:

“A inflação tá descendo, a economia estabilizada, o dólar descendo, o que mais tá acontecendo no Brasil? Juro desceu lá embaixo, nunca foi tão baixo! A Bolsa de Valores subindo. Investimentos vindo. Só da Arábia Saudita, US$ 40 bilhões. E vários investimentos. Todos os Estados diminuindo a violência. Quer dizer, o país está indo relativamente bem, mesmo com tudo acontecendo no mundo. Você acha que é uma perseguição pessoal a Jair Bolsonaro?"

Conteúdo de qualidade

2 Chopes com, do Yahoo

Foto do Ratinho

Ratinho afirma estar numa fase mais tranquila de sua carreira, cansado de ver tragédia na TV; mas diz que estratégia também é para não afastar os patrocinadores.

“Colocar muita coisa esquisita na televisão você ganha audiência, mas perde o patrocinador. Eu tenho que vender.”

Crítica construtiva

Querido jeito

Ratinho critica o fato de que, no Brasil, pessoas ricas não ficam presas.

“No Brasil, o rico mata o pobre e o defunto vai para a cadeia.”

Encapetado

Foto do Ratinho

Em seu programa, ao receber o Homem-Capeta.

“Se o capeta for um moço bonito, até eu posso ser o capeta.”

Primeira experiência

Variedades Gospel Veras

Ratinho se surpreendeu positivamente com o que viu em show gospel.

“Nunca tinha ido em um show gospel, sempre ouvia falar pela televisão, ganhava Cds e Dvds, mas eu fui pela primeira vez e fiquei encantado. Os jovens não bebem, não fumam e fazem uma festa somente louvando a Deus, é uma alegria impressionante.”

Louco por cerveja

Entrevista a Amaury Junior

Foto de Ratinho tomando cerveja

Ratinho é um cervejeiro declarado.

“Eu só tomo cerveja! Muita gente acha que eu tomo cachaça, mas eu só tomo cerveja.”

Alfinetadas

Programa do Ratinho

Ratinho fez alguns comentários em seu programa que renderam muitas críticas dos internautas.

“Coisa do Brasil: a cantora mais sexy é homem, o homem mais sexy é mulher, é a Thammy. O homem mais honesto está preso e o João de Deus é do capeta. Como é que a gente vai regular um país desse?”

Relação com Silvio Santos

Poder em foco

Foto do Ratinho e do Silvio Santos

Ratinho evita encontrar com o patrão e faz de tudo para que isso não aconteça.

“Corro dele o máximo que posso. Tenho medo dele me mandar embora. Onde eu vou trabalhar? Record vai me querer? Globo vai me querer? Band? Rede TV!? O Marcelo pega todos os horários para ele e a mulher dele.”

Surfando conforme a onda

Poder em foco

Sobre as mudanças que ocorreram no ‘Programa do Ratinho’.

“Nós acompanhamos não a mudança da sociedade, mas da comunicação. No primeiro momento, eu fazia um programa de sensacionalismo, mas fazia humor também. Agora, vendo que a internet estava dominando o sensacionalismo, resolvi ir para o entretenimento.”

O problema não está nos evangélicos

Programa do Ratinho

Foto do Ratinho

Em resposta à reportagem da revista “Veja”, que faz a tentativa de colocar a responsabilidade pelas coisas ruins que acontecem no Brasil nos ombros dos evangélicos, Ratinho rebate.

“Eu não conheço nenhum evangélico que atrapalhe o Brasil. Só conheço esse povo pregando a paz. Quem está atrapalhando o Brasil é o povo que está guerreando na Rocinha, assaltando em São Paulo, e que não se toma providência.”

Vinda para São Paulo

Programa do Porchat

Ratinho comenta sobre o significado da Record em sua vida.

“Um grande avanço na minha carreira foi a Record. Quando eu saí do Paraná - eu trabalhava na CNT - parece mentira, quase entrei em depressão, mas na mesma semana eu fui convidado pela Globo, pelo SBT, pela Record, pela Bandeirantes e pela Manchete na época, todos bons contratos. Escolhi a Band entre todas. Quando estava todo pronto o contrato, assinado, entrou o dono da Band, rasgou meu contrato e disse que não me queria ali. Eu tinha desistido das outras e falei: ‘Agora eu tô ralado’. Eu fui embora, arrependido, pensando: ‘Porque fui escolher a Band?’. Na saída, o Eduardo Lafon, que era diretor da Record, me perguntou o que eu estava fazendo ali, e ele me ofereceu um contrato muito melhor do que o da Band. Eu assinei e já fiquei aqui.”

Todo mundo erra

Programa do Porchat

Foto do Ratinho

Ratinho conta como foi começar a trabalhar na emissora Record, no início de sua carreira como apresentador em São Paulo.

“Eu nunca tive muito medo de errar, não. Você erra, você conserta ou continua errado e tá tudo bem. Qual é o problema? Você vai morrer por causa disso?”

Descobrindo-se

Poder em Foco

Ratinho conta qual foi a primeira vez em que pensou em ser artista na vida.

“Nós fomos num circo em Jandaia do Sul e o Mazzaropi estava fazendo show nesse circo. Ele botou aquele monte de criança para cantar e eu era uma das crianças, mas era o menorzinho. E eu acho que eu era o mais engraçadinho e, segundo meu pai, ele pegou na minha cabeça e falou: “ó menino, você vai ser artista”.

Arrependimento

Poder em Foco

O apresentador conta que, quando ainda era repórter policial, tomou uma atitude que se tornou o seu único arrependimento em sua carreira.

“Me arrependo de ter me metido no sequestro do Zezé Di Camargo e Luciano. Fiquei com medo porque eu conhecia a quadrilha que estava com o irmão deles. Eu tinha certeza de que, se eles não pagassem, ia acontecer alguma coisa com o menino. Me meti com medo. Mas era o trabalho da polícia, não era meu, eu estava errado”.

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Não é político

Poder em Foco

O apresentador relata que gosta de política, mas jamais seria um político novamente.

“Sou apaixonado por política. Gosto. Política é a arte de mudar a vida das pessoas. Não tenho essa paciência. Não sou parlamentar. Sou meio ditador, não sirvo para parlamentar.”

Dar e receber

Poder em Foco

Foto do Ratinho

“Meu programa já está vendido até o final do ano em merchandising. Gosto disso porque eu vejo o lucro que eu dou para o SBT. Eu não me sinto pesado para o SBT. Quando o SBT me pagava um baita salário eu me sentia pesado, hoje não sinto mais.”

Quando tem que ser

Poder em Foco

Ratinho conta que se achava muito feio na adolescência e, por isso, tinha dificuldades com as mulheres, até conhecer sua esposa, criar uma situação para segurá-la e nunca mais se largarem.

“Eu não namorei muito porque era feio né. Feio e pobre não namora… Solange era muito tímida e foi assistir aquele negócio da moça que virava macaco. Fiquei esperando ela assustar. Nunca mais largou de mim.”

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Não era para mim

Poder em Foco

Ratinho foi Vereador de Curitiba e Deputado Federal, esteve na política de 1970 até 1990. Depois disso, tem a certeza de que jamais voltaria a ser político na vida.

“Foi a pior experiência da minha vida. Se tivesse que escolher vender espetinho de gato ou ser deputado, juro pelos meus filhos, voltaria a vender espetinho.”