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Paulinho da Viola

Paulinho da Viola faz do samba uma obra de arte absolutamente universal. Confira frases do grande músico brasileiro e compartilhe!

12/11/1942
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É o Tchan

Paulinho da Viola

Eu disse que achava o Tchan muito legal e ainda brinquei: "olha, se vocês fecharem os olhos", para dizer que se ouvirem o Tchan, as pessoas vão ver que ali dentro tem o velho samba de roda baiano, com aquelas coisas sacanas, com duplo sentido, que é uma coisa muito comum na música popular.

Relação com a música

Paulinho da Viola

Minha relação com a música começou na infância, nas rodas de choro organizadas por meu pai em nossa casa, das quais participavam Jacob do Bandolim e Pixinguinha. Desde menino comecei a observar, estudar e tocar violão e eu não era de samba não: era de choro mesmo.

 

Nome artístico

Paulinho da Viola

No começo de tudo, quando ninguém me conhecia, eu vi uma nota num jornal que, tenho quase certeza, foi escrita pelo Sérgio Cabral, numa coluna que ele escrevia sobre música popular, apareceu pela primeira vez este nome, Paulinho da Viola. Isso foi coisa mesmo do Zé Kéti e do Sérgio Cabral.

Gênero musical

Paulinho da Viola

Para mim é uma virtude dentro deste trabalho que não é propriamente um disco de minhas memórias, mas uma primeira experiência com o gênero musical que mais me comove dentro de nossa música popular.

Perfeição

Paulinho da Viola

Choro genial do Pixinguinha, aquele que mais gosto depois de Vou vivendo. Há um perfeito equilíbrio formal entre suas partes, poucas vezes alcançado por um compositor num choro.

Influência

Paulinho da Viola

Tenho muitas influências. Durante toda a minha infância, o que eu mais ouvi foi o Pixinguinha. Inclusive tive a felicidade de conhecê-lo. Quando eu ainda era muito pequeno, ele esteve algumas vezes na casa de meu pai, que é conhecido como um músico de choro, com uma formação de choro. Esta foi uma influência muito forte!

Mestre Cartola

Paulinho da Viola

Foi um programa chamado Samba se aprende na escola, em que eu entrevistava sambistas na TV Cultura de São Paulo. Neste dia, nós estávamos muito eufóricos, muito felizes porque era o Cartola o convidado. Estava todo mundo assim: "pô o Cartola, o Cartola". Daí ele disse: "eu quero mostrar uma música que eu acabei de fazer" e cantou As Rosas Não Falam.

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