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Rosto de Mc Rebecca

Mc Rebecca

O funk é um gênero musical de muito sucesso atualmente, com cantores que são verdadeiras estrelas, muitos deles vindo inicialmente da internet. A Mc Rebecca é um exemplo destes artistas que se destacaram inicialmente no ambiente digital. A jovem cantora carioca (ela tem apenas 20 anos de idade) já faz parte do hall de cantores conhecidos do funk e faz muitos shows Brasil afora. Sua grande referência é a cantora Ludmilla, que colaborou muito para seu sucesso no mundo da música. Se você ficou curioso para saber mais sobre a trajetória e as declarações marcantes da cantora, confira nossa seleção especial!

Início da carreira como MC

Mc Rebecca deitada em canga na praia

MC Rebecca tem 20 anos de idade e já coleciona mais de 15 milhões de visualizações no Youtube. A funkeira nasceu e cresceu no Morro São João, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e sua história artística começou na escola de samba Salgueiro, onde foi passista por 10 anos. Sua primeira experiência com a música aconteceu com o apoio da cantora Ludmilla, que lhe deu de presente uma música composta por ela, “Cai de Boca”. A música estourou rápido e, em menos de uma semana, já estava recebendo convites para fazer shows. Assim o Brasil começava a conhecer MC Rebecca.

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Genética

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

A funkeira explica como o samba entrou e saiu de sua vida.



“Eu fui passista do Salgueiro por 10 anos, sendo que por 3 fui a rainha das passistas. Na minha família todo mundo é do samba e eu não pensava em seguir outra carreira até receber uma música de presente da Ludmilla.”

Da água pro vinho

Mc Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Mc Rebecca em barco

A carreira de artista de MC Rebecca começou em quadra de escola de Samba, na Salgueiro, como passista. Depois de 10 anos se dedicando ao Carnaval, teve a oportunidade de mudar de rumo, tornando-se, então, cantora.



"Eu tive que escolher entre samba e o funk. A Ludmilla me deu a música 'Cai de Boca' e eu comecei a fazer shows. Não dava para fazer os dois. O funk precisa de uma dedicação enorme. São muitas apresentações e compromissos. O samba não deu pra acompanhar".

Direitos iguais

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Com a música “Cai de Boca”, MC Rebecca foi uma das primeiras mulheres a gravar um funk “proibidão”.



"Era uma chance que eu tinha. E também para outras mulheres poderem cantar. Na época que gravei a música só tinham homens cantando proibidão. Por que só homens podem e as mulheres não? Não tinha voz feminina cantando funk proibidão. E essas músicas deles não eram só de putaria. Xingavam as mulheres".

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Luta pelos mesmos direitos

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Mc Rebecca de trança

Com um estilo musical dominado pelos homens, MC Rebecca luta para poder expor a sua arte de maneira igual, abrindo espaço para outras mulheres.



“Sou feminista. Defendo o poder feminino. Por que as mulheres não podem cantar sobre o que elas sentem vontade? Eu, como mulher e mãe, me sinto honrada em poder dar voz para outras mulheres.”

Versão clean do proibidão

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Suas músicas também são divulgadas em “edição light”, que é uma forma de retirar os palavrões das letras e substituí-los por palavras que possam ser ouvidas por todas as idades.



“Não é nem questão de bombar mais. Tenho fãs que são crianças. Numa festa de família as pessoas não vão se sentir à vontade de tocar a putaria mesmo. Por isso a gente opta por fazer uma coisa mais leve para poder as crianças escutarem e a gente poder fazer show infantil ou adolescente... Tenho uma versão do meu show que é completamente diferente para maiores de 18 anos".

Sua identidade na música

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Mc Rebecca cantando no palco

Defensora dos direitos iguais às mulheres, MC Rebecca demonstra em suas letras algumas coisas que talvez muitas outras mulheres também gostariam de demonstrar.



“As minhas letras são mais sobre expressão sexual. Por que a mulher não pode sentir prazer? E eu queria cantar sobre isso.”

Preconceito

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Muitos MC’s nasceram e cresceram em favelas, e por isso acabam sendo associados ao tráfico de drogas. MC Rebecca acredita que isso seja parte de uma perseguição contra o gênero musical.



“Os MCs só relatam o que acontece dentro da favela. E mesmo assim são discriminados. Já passei por muitas coisas lá, como tiroteio. E a gente acaba escrevendo nas nossas letras e expondo pro mundo. Governo e as pessoas que estão do lado de fora só querem abafar essa história, mas só é o que acontece realmente… Preto, pobre e favelado sempre vai ser discriminado. O funkeiro só conta o que passa dentro da favela.”

Música sem limites

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Mc Rebecca no palco

A artista relata que também sente vontade de gravar outros estilos musicais, como reggaeton e afro funk, mas, claro, sem abandonar o estilo do coração: o funk.



"Vou fazer clipes e músicas que também façam a galera se divertir, mas quero mesmo é levar uma mensagem pra galera. Eu me considero muito artista. Eu gosto de fazer bastante coisa. Todos os artistas têm que ter bastante liberdade de fazer o que eles querem. Não tem por que não fazer. Só vai".

Inspiração na música

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

A funkeira fala sobre Ludmilla, sua amiga e fonte de inspiração.



“A Ludmilla foi meio que minha fada madrinha. Ela é salgueirense, aí nos conhecemos no samba. Quando ela entrou no Salgueiro eu já era passista, aí começou a nossa amizade. Não imaginava esse sucesso todo. Eu me inspirei muito nela também porque a Ludmilla tem uma história parecida com a minha.”

Romance no ar

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Mc Rebecca com membro de sua produção

A funkeira responde aos rumores de seu envolvimento amoroso com Flávio Nakagima, após participação dos dois no programa “De Férias com o Ex: Celebs”.



“A gente já se conhecia de uma festa da Anitta, demos a sorte de nos encontrar no programa. Aqui fora estamos conversando, criando uma amizade e quem sabe um relacionamento. A gente está se conhecendo melhor, sem as câmeras.”

Respeito é bom

MC Rebecca em entrevista para o O Globo

Por cantar músicas que tratam sobre sexo, MC Rebecca acaba sendo vítima de pessoas que acham que podem fazer o que quiserem com ela, o que a incomoda muito.



“Posso cantar sobre sexo, mas no meu corpo quem manda sou eu.”

Preocupação de mãe

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Mc Rebecca segurando os cabelos

A MC fala sobre a reação da sua mãe ao saber que a filha cantaria o funk “proibidão”.



“Eu acredito que dou voz às mulheres porque antigamente era muito difícil ver uma mulher cantando esse tipo de música. Eram só os homens que tinham voz. Aí chega uma mulher e canta o que eu digo na canção, eu acho foda! No começo a minha mãe ficou um pouco assustada, perguntou: ‘Filha, você vai cantar isso?’ e eu respondi: ‘Vou, mãe’. Aí hoje em dia ela dança, canta e ainda fica feliz.”

Versátil representatividade

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Além de cantora de funk, a MC conta que compõe música, inclusive em outros ritmos.



“Acho importantíssimo que eu seja uma mulher, negra, jovem e possa cantar ‘proibidão’ para exaltar o poder das mulheres. Além disso, eu também componho. Ainda não tive a oportunidade de gravar nenhuma música que eu escrevi, mas componho também em outros ritmos, que não o funk. Em ritmo de rap, trap, trapfunk, às vezes uma vibe mais romântica. Acho que devemos ser artistas versáteis”.

Estudar para aprimorar

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Mc Rebecca de biquíni na praia

Rebecca não pensava em ser cantora, mas depois que isso aconteceu em sua vida, ela se apaixonou tanto que decidiu se aprofundar para poder fazer um trabalho cada vez melhor.



“Depois que aconteceu essa reviravolta na minha carreira comecei a fazer aula de canto, curso de inglês, teclado. A música aconteceu na minha vida e eu me apaixonei. Eu busco muito me aprimorar do que estou fazendo. Isso é muito importante para eu ficar mais ciente das coisas.”

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Referências artísticas

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

MC Rebecca fala um pouco sobre suas referências artísticas no funk e para além dele.



“No começo, antes de ser MC, eu sempre escutei muito Beyoncé. Assistia aos seus shows e sempre tentava copiar as coreografias. Como eu virei uma MC, aí tentei pegar referências de Ludmilla e Tati Quebra Barraco porque elas têm a ver comigo”.

Mãe aos 18 anos

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Mc Rebecca maquiada

Além de ter de administrar a sua carreira musical como MC, algo tão novo em sua vida, Rebecca também é mãe e conta que a filha já dá sinais que pode seguir seus caminhos artísticos.



“Eu sempre tive a ajuda da minha mãe. A Morena aconteceu no susto, eu tinha 18 anos e tive que amadurecer muito rápido. Ela é uma inspiração pra mim. Ela é meu orgulho, já conta de 1 até 10! Foi um desafio quando ela era bebê para amamentá-la, por exemplo. O meu peito ficou muito ferido e mesmo assim não podia deixar de amamentá-la porque previne doenças, deixa a criança saudável.”

Não quer mais filhos

MC Rebecca em entrevista ao Portal Popline

Com uma filha, MC Rebecca afirma não querer outros filhos.



“Eu já fechei a creche, minha mãe teve sete filhos e eu não quero seguir os passos dela”.

Parceria

MC Rebecca em entrevista ao Observatório dos Famosos

Mc Rebecca com penteado e maquiagem

A MC conta sobre sua relação com duas outras funkeiras famosas, Anitta e Ludmilla.



“Anitta é uma pessoa que me ajuda muito. Estou aprendendo muito com as veteranas, Anitta e a Ludmilla. A Ludmilla me apadrinhou. E a Anitta me convidou para participar do clipe ‘Combatchy’”.

Racismo

MC Rebecca em entrevista ao Observatório dos Famosos

A funkeira sofreu um ataque racista recentemente nas redes sociais por conta do sucesso que está fazendo.



“O nível passou do extremo, fiquei muito mal. Isso aconteceu para alertar as pessoas. Eu deixei isso pra lá. Isso fere muito, mas serve de exemplo para as pessoas”.

Artista que tem vontade de trabalhar junto

MC Rebecca em entrevista ao Poltonavip

Mc Rebecca de costas

A funkeira fala sobre Karol Conká, uma de suas inspirações no mundo da música.



“Karol Conká. Ela é uma inspiração pra mim, ela é feminista também, ela escreve a maioria das letras das músicas dela, ela tipo passa a mensagem dela e foda-se todo mundo e o que eu gosto é que ela é muito diferenciada, usa vários tipos de roupas, muito estilo, muita personalidade, ela é incrível.”

Público LGBTQ+

MC Rebecca em entrevista ao Poltonavip

MC Rebecca fala sobre sua relação com o público LGBTQ+.



“Cara, é muito bom! Parece que quando eu faço show pra eles eu nunca mais quero sair do palco. É um público muito fiel, eles procuram tudo, eles vão mesmo, eles aprendem a coreografia em casa pra poder fazer no show e é muito bom, sabe? Eles interagem bastante comigo, eu fico muito feliz e não é uma parada que eu faço tipo ‘vamos trazer o público gay pra mim’, é uma parada natural, eu adoro. Quando falam que eu vou fazer show em boate gay eu fico mais leve, eles são incríveis, sem palavras.”

Conheça mais sobre a cantora Ludmilla

“De Férias com o Ex: Celebs”

MC Rebecca em entrevista ao UOL Entretenimento

Mc Rebecca de queixo erguido e parede amarela ao fundo

A funkeira conta sobre sua breve participação no programa “De Férias com o Ex: Celebs”.



“Lá é tudo orgânico mesmo! Ninguém nos induz a fazer nada. Durante a convivência intensa, acontecem as brigas mesmo, até por coisas bobas. Ficar preso, sem saber a hora que você está comendo, acordando, sem telefone e contato com a família são fatores que somam para ficarmos mais vulneráveis.”

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