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Frases de Bárbara Coelho

A capixaba Bárbara Coelho começou sua carreira como jornalista esportiva em 2009 e, desde então, só coleciona sucessos. Desde sempre apaixonada por esportes e por comunicação, Bárbara descobriu sua vocação cedo e desafiou o machismo do mundo do esporte para se tornar uma das mais bem sucedidas jornalistas de sua área, com passagem pela Band, Esporte Interativo, SportTV e Globo. Conheça mais sobre a história de Bárbara e leia frases e declarações feitas por ela. Inspire-se com a carreira e as motivações dessa mulher de garra e determinação que promete crescer no mundo do jornalismo esportivo.

19/12/1987
Encarando o machismo de frente Revista Glamour

“Eu encaro o machismo trabalhando. Me aperfeiçoando e sendo crítica com o meu trabalho. É uma linha muito tênue. Posso não estar preparada para determinado cargo. Não estou para muitos. Eu não aceito ser preterida por ser mulher. Isso tem que acabar.”


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Jornada no jornalismo Mulher sorrindo/ Bárbara Coelho

Bárbara Coelho tem 31 anos de idade e é uma jornalista apaixonada por esportes. Nasceu e cresceu em Vitória, no Espírito Santo, e desde adolescente já sabia o que queria ser quando crescesse. Passou pela TV Capixaba e pela Rádio Espírito Santo e, depois de se formar na faculdade de Comunicação Social (Jornalismo), foi com a cara e a coragem cobrir, de forma independente, a Copa do Mundo da África. A partir daí os seus rumos se tornaram outros. Com um grande desejo de se mudar para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, foi atrás de oportunidades, até que conseguiu um trabalho na Rádio Popular, no Rio de Janeiro. Dali foi para o canal Esporte Interativo e depois para a Bandeirantes. A jornalista se mudou para São Paulo quando teve a chance de fazer um piloto para o “Tá na Área”, para o canal SporTV. Deu tão certo que acabou ficando ali por um bom tempo. Ainda pelo SporTV, cobriu os Jogos Olímpicos de Verão de 2016 e foi âncora do Telejornal Esportivo, do Sportv News. Teve a oportunidade de apresentar a premiação dos Melhores do Campeonato Carioca 2017 e de participar do programa Central da Copa, junto com Tiago Leifert, em 2018. Em dezembro de 2018, passou a apresentar o programa Esporte Espetacular, onde se mantém até hoje, compondo, assim, um currículo cheio de experiências de sucesso, que com certeza não param por aqui!


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Exercício físico é bom pra tudo O2

Bárbara conta como a atividade física a ajudou a aumentar seu foco e concentração em frente às câmeras.



“A corrida não é só um exercício físico. É completa para o corpo e a mente. O esporte trouxe uma maturidade que faltava para a minha vida. Eu me distraio com muita facilidade, principalmente fazendo atividade física. Quando comecei a correr, passei a entender o que precisava para me concentrar mais, os caminhos que preciso tomar para voltar à minha linha de raciocínio.”

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Superação

Em sua primeira prova de corrida de rua, Bárbara percorreu 10 km, a maior distância já percorrida por ela.



“Foi em uma corrida organizada pelo GNT, no Aterro do Flamengo. Fui meio forçada, porque já tinha feito a inscrição. Quando terminou a corrida, tive uma sensação incrível de prazer e satisfação.”


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Merecimento Mulher falando/ Bárbara Coelho

“Estou muito feliz com meu momento profissional. Você começa a ter mais respaldo para os erros e os acertos. Não estou ali por favor. Não estou ali por cota. Gostaria que a mulher buscasse esse olhar. Nós conquistamos o direito de estar ali.”


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Significado do nome Bárbara

Assédio disfarçado

Bárbara é umas das criadoras e integrantes do movimento “Deixa Ela Trabalhar”, que trata, junto a outras jornalistas, de pautas envolvendo machismo, desrespeito e assédio nos estádios, ambiente de trabalho, redes sociais, dentre outros.



“Eu nunca passei por nada que me deixasse chateada, que fosse algum tipo de assédio. Mas vejo que as mulheres pegam aqueles fones gigantes e colocam nos ouvidos para não serem incomodadas no trajeto do trabalho ou até mesmo na corrida. Acho que, hoje em dia, o olhar é tão crítico que já vejo mudança de comportamento da sociedade. Acho que já há uma diferença de comportamento nas pessoas.”

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Destino

“Minha história começa com a frase que me guia até hoje: ‘Eu não escolhi o jornalismo, ele me escolheu’.”


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Quem tem amigos, tem tudo Mulheres sorrindo/ Bárbara Coelho e amigas

Bárbara se reuniu na praia da Joatinha, no Rio de Janeiro, para comemorar a sua despedida de solteira.



“O dia que vou levar para a vida. Amigas que trocaram de passagem, vieram de outros estados. Amiga que apareceu de surpresa, muitas arrumando uma engenharia maluca para deixar os filhos em casa única e exclusivamente para estar comigo. Não sei se mereço tudo isso! Eu amo vocês demais! Obrigada você aí em cima! Game over.”


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Profissão que a escolheu Tempo de ser mulher

Pode-se dizer que Bárbara nasceu para ser jornalista.



“Tudo me levava a fazer jornalismo na faculdade. Minha personalidade, minhas preferências disciplinares na escola, tudo me conduzia para esta profissão.”

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Acolhimento Tempo de ser mulher

Depois de viajar para a África, de maneira independente, para cobrir a Copa do Mundo de 2010, Bárbara se mudou para o Rio de Janeiro e conseguiu um trabalho no canal Esporte Interativo.



“A despedida do Esporte Interativo foi, disparada, a mais dolorosa até hoje. Eles me deram tudo quando eu não tinha nada, confiaram em mim, e me deram todas as oportunidades possíveis.”


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Amor por esportes Tempo de ser mulher Repórter em estádio de futebol / Bárbara Coelho

O esporte entrou em sua vida muito cedo.



“Minha relação com esporte começou desde que me entendo por gente. Fiz vôlei por 08 anos. Além disso, fiz natação e ginástica olímpica também! Fui extremamente fominha na aula de educação física na escola.”


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Praticando Tempo de ser mulher

“Quando tenho alguma ideia legal, converso com meus chefes e peço para escrever para o programa. É importante para exercitar. Escrever é importante para qualquer jornalista.”

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Momento mais difícil da carreira Tempo de ser mulher

Entre alguns momentos difíceis que a jornalista já passou em sua carreira, este foi um dos mais marcantes:



“O mais difícil foi a transição entre a Band e SporTV. Eu cheguei a pensar em voltar para Vitória com medo do SporTV não me chamar.”


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Momento mais triste da carreira Tempo de ser mulher Bárbara Coelho

Bárbara explica que momentos difíceis acontecem todos os dias, mas pontua qual foi o mais triste de todos.



“O acidente da Chapecoense foi o mais triste da minha carreira.”


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Planejamento diário Tempo de ser mulher

Com organização e muita força de vontade, é possível conciliar o trabalho com a rotina da casa.



“Da hora que eu acordo às 7–8h eu me dedico a mim, arrumo minha casa, lavo roupa, lavo louça e vou pra academia. A partir das 11h é que foco no meu trabalho. Aí não tem muita hora pra acabar! Chego em casa, assisto aos programas, vejo os jogos… Estou sempre ‘trabalhando’ se sobrar algo de casa para fazer, tento conciliar. Mas desde que passei a me organizar, minha vida melhorou muito.”

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Pessoas normais Tempo de ser mulher

Um dos maiores desafios que enfrentou em sua carreira foi o de cobrir uma paraolimpíada.



“Foi desafiante porque eu queria tratar os atletas paraolímpicos como atletas, e não como pessoas que sofreram muito e escolheram o esporte como muleta de escape, e ali se encontraram. Eles são muito mais que isso! Eles são atletas, e são exigidos como tal. Não são pessoas sofridas.”


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Amor por leitura Tempo de ser mulher Mulher sorrindo sentada em estádio de futebol/ Bárbara Coelho

Desde adolescente, Bárbara tem o hábito da leitura.



“Eu amo biografia. Já li várias. É uma forma interessante de você aprender sobre um ídolo, ou conhecer a fundo sobre uma história. Não passe por essa vida sem ler a do Gerrard.”


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Como ter qualidade de vida Tempo de ser mulher

“Qualidade de vida pra mim é quando você consegue conciliar lazer e trabalho. E transformar o seu trabalho em algo prazeroso, porque certamente você se dedicará muito a ele. E isso depende muito mais de você, do que de um fator externo. A felicidade depende muito mais de nós. Faça do seu dia leve, transforme pressão em oportunidade, e o principal deles: dê o devido valor às coisas. Não leve para casa coisas descartáveis.”

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Preconceito no esporte Tempo de ser mulher

As mulheres ainda encontram dificuldades ao tentar assumir certos cargos em nossa sociedade e, no esporte, espaço dominado por homens, isso não é diferente.



“Se eu brigo por igualdade não vejo razão em levantar esse tema. Meu lema é: se o preconceito não está na nossa cabeça, não está na cabeça de ninguém. A grosso modo, o preconceito terá fim quando essas perguntas não existirem mais… Eu converso sobre esporte com qualquer homem, de qualquer classe, se ele não concorda com a minha opinião por eu ser mulher. Aí o problema é dele com ele, e não comigo.”


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Combatendo o preconceito Revista Glamour Mulher sorrindo/ Bárbara Coelho

Com o movimento “Deixa Ela Trabalhar”, Bárbara debate sobre assuntos e preconceitos que ainda atingem negativamente as mulheres da nossa sociedade.



“Ainda é comum ouvir: 'Mulher debatendo?', 'Prefiro não fazer programa com mulheres', 'Não gosto de ouvir mulher comentando', 'Essa mulher só está aí por que é bonita'. O machismo está dentro da nossa casa e da nossa família. Nosso movimento também fala disso. Não estou falando de caráter. Estamos falando de cultura. E o comportamento machista está nos pequenos/grandes comportamentos. E machuca.”


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Inspirando confiança Revista Glamour

Explicando melhor sobre o movimento “Deixa Ela Trabalhar”.



“O movimento é para impactar as pessoas e começou quando uma colega nossa foi agredida moralmente/sexualmente no estádio. Todas nós já passamos por isso e optamos por transformar nossas vozes em uma só. Mas o nosso objetivo é conscientizar que a diferenciação sexual ainda é muito enraizada. É o olhar diferente para opinião, a discrepância de salário e cargo. Não é uma peculiaridade do Jornalismo Esportivo. É do mercado de trabalho, da sociedade. Quando você junta mais de 100 jornalistas combatendo o machismo, você torna o movimento legítimo.”

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Mulher no esporte Revista Glamour Mulher sorrindo segurando bola/ Bárbara Coelho

Mulheres trabalhando com esporte infelizmente são obrigadas a escutar piadas de mau gosto.



“Já escutei. Vou escutar e não acho que vai acabar. Não tão cedo.’Tá lá porque é bonita’ virou ditado popular.”


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Paixão por futebol Revista Glamour

Bárbara conta como e quando a paixão pelo futebol surgiu em sua vida.



“É desde muito criança! Ia ao estádio com meu pai em Vitória, assistia a tudo quanto é pelada. Perguntava tudo. Quando fiz faculdade, e nas minhas loucuras de ir ao estádio, olhei para os profissionais de imprensa no gramado e pensei. ‘Lógico! Eu não posso fazer outra coisa senão isso’. E aí corri atrás das oportunidades.”

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Guinada na carreira Revista Glamour

Para fazer uma cobertura independente da Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, Bárbara viajou com alguns desconhecidos de motorhome.



“A ida para a Copa foi com 5 pessoas no motorhome. Ali foi a primeira virada da minha vida. Segui minha intuição, por isso hoje estou aqui… A história da Copa me abriu muitas portas.”


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Sonhadora Extraordinárias Mulher sorrindo/ Bárbara Coelho

“Minha carreira sempre foi motivada por muitos sonhos, por muita vontade de fazer acontecer e com muito pé no chão, porque sempre soube quais seriam as etapas que eu precisaria passar. Foi muito difícil, sempre é, mas foi incrível.”


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Longa caminhada Extraordinárias

As mulheres no esporte ainda precisam percorrer um longo caminho até vencerem o preconceito.



“Estamos desconstruindo essa ideia de que o esporte é uma área predominantemente masculina, mas a estrada ainda é muito longa.”

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Humanos acima de tudo Extraordinárias

“Não existe uma briga de mulheres contra homens. Estamos todos no mesmo barco, buscando uma sociedade melhor, que seja mais igual para todo o mundo.”


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Apaixonada por esporte Extraordinárias Mulher sentada sorrindo/ Bárbara Coelho

Não é só o futebol que a faz brilhar os olhos, Bárbara é apaixonada por esportes de forma geral.



“Eu gosto de todos os esportes. Curto muito futebol e sempre que está passando um campeonato relevante de tênis eu paro para assistir.”


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Ar que respira Extraordinárias

Bárbara conta o que o esporte representa em sua vida.



“É tudo na minha vida. Eu não sei o que seria de mim se não fosse ele. O esporte é uma metáfora. Toda vez que passo por algum momento difícil ou preciso de uma solução, eu olho para o esporte e ele me dá todas as respostas. Me trouxe paciência, me ensinou a ter disciplina e respeito pelas pessoas, me ensinou que a dedicação te traz respostas, que o empenho te traz resultados.”


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