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Monalisa Perrone

A jornalista foi do rádio para a TV e nunca mais saiu. Primeiramente, fez reportagens especiais para os telejornais da emissora e, em seguida, foi apresentadora eventual de 5 deles, como o Jornal Nacional. Hoje, ela é titular no Hora Um da Notícia. Conheça alguns pensamentos da jornalista!

Cobertura jornalística de carnaval

Monalisa Perrone

É uma responsabilidade gigantesca. Tenho 25 anos de carreira e cobri 23 carnavais. Não existe essa coisa de saber, conhecer, dizer que está tranquilo. É sempre um nervoso, boca seca. Mas aí, quando entra a vinheta, você se sente em casa.

Amor pelo jornalismo

Monalisa Perrone

Desde criança eu queria ser jornalista. Quando criança, não era sobre brincar de jornalismo, era falar, entrevistar as pessoas. Minha mãe conta que, quando íamos lavar o quintal juntas, eu entrevistava o cachorro, a árvore, a casinha do cachorro. E, aos poucos, as pessoas começaram a me dizer que eu tinha que ir atrás disso, porque eu falava muito. Eu era muito dada, me dava muito bem com todas as pessoas. A vocação veio naturalmente.

Maior gafe da carreira

Monalisa Perrone

Uma vez eu matei o Paulo Maluf em rede nacional. Há muitos anos atrás ele havia se internado, escondido, para um tratamento no Sírio Libanês. Os repórteres descobriram, foi aquela loucura, com os repórteres do Brasil inteiro na frente do hospital e eu entrei ao vivo. Eu falei que foi retirado o material e que seria feita a “autópsia” do material recolhido. A louca matou o Maluf. Era biópsia, não autópsia. Eu quase perdi o emprego

Comendo de três em três horas

Monalisa Perrone

Eu sou muito acelerada. Eu como arroz, feijão, bife, legumes e saladas todos os dias, se não eu fico mal e desmaio. Já desmaiei várias vezes. Nas reportagens de rua, os meninos sempre me dão algo para comer.

Inspirações

Monalisa Perrone

Eu sou fã de Sonia Bridi, há muito tempo que eu acompanho o trabalho dela. Da Neide Duarte, da Delis Ortiz. São pessoas que eu vejo há muito tempo no ar e que são inspirações pra mim. São pessoas que me pautam pelo exemplo de onde chegar.

Dando conta do recado

Monalisa Perrone

Eu acho que as mulheres não precisam mesmo de uma diferenciação. Mas quando ela vem, eu acho que ela vem com carinho, e a gente recebe muito bem tudo que vem com carinho. No meu caso, especialmente, eu me vejo como uma mulher batalhadora, porque sim, eu sou repórter, mas eu também sou esposa, sou mãe, também sou apresentadora, então eu percebo que eu tenho vários papéis à cumprir. Não é porque eu estou me destacando na vida profissional que os outros lados da minha vida ficarão de lado.

“Hora Um da Notícia”

Monalisa Perrone

Aumentamos os números no horário, e os elogios têm vindo de todos os lados. Quando aceitei apresentar o jornal, confesso, fiquei com um receio do desconhecido. Mas o desafio é algo que me impulsiona. Eu adoro essa sensação.

Convite para apresentar o “Hora Um”

Monalisa Perrone

O Mariano Boni me falou que tinha um projeto de lançar um telejornal bem cedinho e queria uma apresentadora que acordasse animada e despertasse bem as pessoas. Eu tenho bom humor matinal de verdade.

Filho feliz com sua mudança de horários

Monalisa Perrone

Eu vou poder buscar ele na escola todos os dias, coisa que sempre quis fazer, mas nunca pude. Ele está contente porque nunca teve a mamãe em hora útil. É uma compensação, meu lado mãe, sempre culpado pela ausência, está muito feliz.

Chico Pinheiro

Monalisa Perrone

Chico é um amigão, um parceiro, uma pessoa generosa, querida, e um apaixonado por samba. Trabalhar com alguém como ele é um prazer imenso.

Assédio sexual

Monalisa Perrone

O cenário mais comum envolve um assediador criando um "ambiente de trabalho hostil", em que uma pessoa se sente assediada, intimidada ou desconfortável. Devemos dar um basta nisso.

Recado carinhoso a Jô Soares

Monalisa Perrone

No segundo ano da faculdade eu trabalhava numa locadora de veículos, ganhava bem, tinha um uniforme bonito, mas eu tinha que entrar no jornalismo, por causa da faculdade, e não tinha coragem de me jogar. Assistindo você no SBT, percebi que esse negócio de entrevistar era uma delícia. Então pedi demissão e comecei no jornalismo, por sua causa. Você foi uma inspiração muito importante.

Bullying na infância

Monalisa Perrone

A vida toda, eu era a cara da Olivia Palito quando eu era pequena. Me esforço para não ficar igual a ela. O cabelinho virado, magrinha, compridinha, é uma tristeza. Até hoje eu sofro bullying. Até hoje me chamam de pastel de festa: bonito, mas sem recheio. Os meus amigos me chamam de ‘pastelzinho’.

Preparação para reportagens de carnaval

Monalisa Perrone

A partir do momento em que recebo o comunicado de que estarei na transmissão, procuro saber do que cada escola vai falar, ouço os sambas e visito cada escola. Por lá, passo duas horas conversando e anoto tudo em um caderno. É dali que consigo levar mais detalhes, coisas que ouvi, para o público.

Entrevistado chato

Monalisa Perrone

Eu tenho vontade de dar um soco quando eu estou entrevistando alguém que não fala. Ao vivo precisa dessa interlocução com o entrevistado.

Indicação ao 6º Troféu Mulher Imprensa

Monalisa Perrone

Eu percebi que o meu esforço, em procurar a naturalidade, tanto em mim, quanto em meus interlocutores, faz a diferença. É muito gostoso ter esse reconhecimento de um júri super especializado. A perna treme.

Queda do avião da Tam em 2007

Monalisa Perrone

Eu não esqueço jamais disso. Primeiro aquela horrorosa, aquele cheiro. O cheiro da morte é um negócio péssimo. É muito sangue, uma coisa horrível. Trabalhei, fiz a cobertura deste evento importantíssimo, mas foi muito difícil.

Rotina de apresentadora do “Hora Um”

Monalisa Perrone

Eu levanto à uma da manhã para tomar um reforçado café: pão com manteiga, queijo, geleia, broinha de milho, café com leite e suco. Depois do telejornal, às seis e meia eu como um sanduíche e tomo uma vitamina. Às onze, onze e meia, eu almoço um bom prato de comida, que inclui arroz e feijão. Às três da tarde eu faço um lanchinho e antes de dormir, às seis da tarde, eu como uma fruta ou iogurte.