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Elias Gleizer

Alegre, brincalhão e adorado por todos a sua volta. Elias Gleizer teve papéis consagrados nas novelas brasileiras, sempre com ternura e amor ao trabalho. Hoje, mais de 50 obras eternizam suas memórias em nossos corações.

Perfil

Ilicz Glejzer, filho de imigrantes judeus poloneses, conhecido como Elias Gleizer era um ator que nasceu em São Paulo, no dia 4 de janeiro de 1934. Teve sua estreia da TV Tupi, em 1959 e desde então conseguiu grandes papéis, consagrados pelo público.

Falecimento

Desde o ano de 2011, o ator sofria com um problema renal crônica, passando por várias internações. O ator faleceu no dia 16 de maio de 2015. Ele desenvolveu um quadro de falência circulatória em função de uma broncopneumonia.

Nome

Elias Gleizer

Quando estou em uma repartição pública, na hora da entrega do documento, eles começam: "Pedro de Oliveira, Antonio de Souza, Joaquim Gonçalves..." Quando percebo uma pausa de dois minutos, falo: "Sou eu". Meu nome é Ilicz. Costumo dizer que houve só três Ilicz no mundo: Ilytch Tchaikovsky, Vladimir Ilyich Lênin e Ilicz Gleizer.

Improviso

Elias Gleizer

Naquele tempo, a TV era movida à lenha. A novela passava três vezes por semana e era ao vivo. Você recebia o capítulo um dia antes, ensaiava antes de ir para o ar, então aconteciam milhões de coisas. Tinha que improvisar, o ator tinha que ser ator.

Violino

Elias Gleizer

Tive de aprender. Comecei a tocar violino com 8, 9 anos. Aos 12 anos, já estava tocando numa orquestra juvenil amadora. Papai ia lá, me via no meio de 40 crianças, e chorava.

Desafio

Elias Gleizer

Essa foi maravilhosa. Eu estava muito bem cercado. Foi um grande desafio.

Persistência

Elias Gleizer

Sou persistente. Conforme ia faltando alguém, eu ia fazendo o papel do outro, até que fui o protagonista. Participamos de um festival de teatro amador, em 1956, e ganhei o prêmio. Em 1955, quem ganhou foi o Gianfrancesco Guarnieri. Era um festival de teatro seríssimo.

Amor

Elias Gleizer

Nunca recusei papel, nunca. A gente fazia com tanto amor, com tanto carinho, que tudo era importante. Não tem como destacar isso ou aquilo. Hoje você era o protagonista, amanhã fazia uma ponta, uma figuração. E você fazia da mesma maneira, de tanto amor que tinha por aquilo.

Carreira

Aos 12 anos de idade, Elias Gleizer tocava violino em uma orquestra juvenil amadora, quando foi descoberto e convidado por um diretor para fazer teatro e, no ano de 1956, ganhou o prêmio de melhor ator de um festival amador.

Ao vivo

Elias Gleizer

Fazer ao vivo foi importantíssimo. Até hoje tem novelas que o autor entrega o capítulo quase na hora, no dia, e o elenco faz. Mas tem de ser ator.

Livre para voar

Elias Gleizer

Walther, meu amigo do início de Tupi, falou assim: "Elias, estou escrevendo uma novela que é a história do meu pai. Ele era maquinista da estrada de ferro. Eu queria que você fizesse esse papel". Aceitei e comecei a gravar. Fiz uma novela maravilhosa, foi muito bem

Novelas

Elias Gleizer

Eu fiz mais de cinco novelas com crianças. Eu tenho cara de vovô. Mas fiz mais novela de padre. Foram dez padres. Também fiz frei, só não consegui ser bispo.

Terra Nostra

Elias Gleizer

Só que esse padre era diferente, era italiano. Sotaque italiano é a minha especialidade. Fazer sotaque é comigo.

Padre

Elias Gleizer

Na época da Tupi, eu já fazia padre. Em Rosa dos Ventos, acho que fazia um padre. Eu ia à padaria vestido de padre, ia comer um sanduíche; passavam as meninas, e eu as cantava, paquerava, vestido de padre.

Diferença

Elias Gleizer

Minissérie é feita com mais calma, mais cuidado, com mais esmero. Você pode estudar mais, tem um pouco mais de tempo. Novela, não: entrou o primeiro capítulo, o terceiro já está atrasado. É aquela pauleira.

Televisão

Elias Gleizer

A televisão é importantíssima para tudo. Ela levou progresso para o mundo todo. Depois que apareceu a televisão, todo mundo sabe de tudo.

Gravações

Elias Gleizer

Gravamos em Mangue Seco, na Bahia. Não tinha estrada, tínhamos que ir por Sergipe e atravessar o Rio Real para chegar.

Projac

Elias Gleizer

Estou presente em tudo, sou que nem arroz de festa. Doutor Roberto Marinho veio inaugurar os estúdios, bateu a claquete. Essa foi a primeira novela no Projac. Achei aquilo maravilhoso, fora de série. Para quem começou na Tupi, dividindo estúdio com o jornalismo... E, já prevendo, me mudei para lá.