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José Wilker

José Wilker fez sucesso na televisão brasileira durante vários anos, além de seus papéis marcantes nas novelas em que atuou, Wilker foi conhecido por ser um homem muito culto e também foi um grande crítico de cinema. Conheça um pouco mais desse grande artista.

20/08/1947 05/04/2014
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Me sinto muito confortável

José Wilker

É muito bom, me sinto muito confortável. Não acredito naquela história do analista freudiano, que encontra o paciente no elevador e finge que não vê. A crítica é parte do processo de criação, eu só tenho a ganhar lendo críticas. Nós devemos à crítica a existência de um Van Gogh, de um Michelângelo... mas eu faço uma distinção entre crítica e desaforo. Se eu percebo uma crítica com a devida consistência, isso só me enriquece. Já o desaforo eu relevo, passo batido. Afinal, estou há 50 anos nesse negócio. (Sobre ser comentarista de cinema)

Eu não queria

José Wilker

No filme eu não queria necessariamente o Giovanni da novela. A história é muito mais sobre o Rio de Janeiro de hoje. A geografia física, econômica, social e sexual da cidade mudou totalmente. O Rio é uma cidade nova, diferente, e o Giovanni poderia espelhar isso. O filme faz um comentário sobre a criminalidade, a corrupção e a ascensão social com ironia, sem ser carrancudo. Quis associar humor e pensamento. (Sobre reviver o personagem Giovanni Improtta no cinema)

Eu me divirto

José Wilker

Acho aqueles caras muito divertidos. Eu me divirto à beça. Tudo que é lugar a que eu vou e eles estão, fico conversando com eles. [...] O programa mesmo eu nunca vi. Um dia, eles vieram aqui [em casa]. Teve um aniversário meu, eu saí para levar alguém, e eles estavam lá fora. Mandei entrar, eles comeram, beberam e foram embora. Foi muito divertido. Acho meio infantil, uma coisa de criança. Eles têm tipo oito anos de idade. (Sobre o programa Pânico)

 

Eu não tenho interesse nisso

José Wilker

Acho válido esse tipo de entretenimento. A televisão é uma coisa que ninguém vê, as pessoas somente olham. E é bom olhar para isso também. Eu acho que faz parte, não acho que o BBB roube o espaço de nada. Há espaço para tudo. Eu simplesmente não vejo. Eu não tenho interesse nisso. Eu prefiro ler bula de remédio. (Sobre o BBB)

Tenho curiosidade por religiões

José Wilker

Eu tenho curiosidade por religiões. Mas só como leitor. Não como crente. Leio muito sobre o assunto. É um fenômeno bem interessante. Mas eu não sou um religioso. Todos da minha família eram devotos de Padre Cícero. Mas eu não sou. (Fevereiro de 2011)

Sinto falta

José Wilker

Sinto falta da minha ingenuidade. A gente vai perdendo ela com o tempo, né? É muito bom ter ingenuidade. É por ingenuidade que você tem fé em certas coisas. Eu ainda tento investir na minha.

Bom ator do seu país

José Wilker

Acho que o melhor ator que você pode ser é o bom ator do seu país, da sua língua. Não estou me comparando a ninguém, mas não conheço nenhum grande ator internacional que antes não tenha sido um grande ator no seu país. (Sobre não ter interesses em ir para Hollywood trabalhar como ator ou diretor)

Uma coisa chamada entretenimento

José Wilker

Cada vez mais uma coisa chamada entretenimento invade o espaço do teatro. Acho que entretenimento é muito importante, é essencial, mas não tem nada a ver com teatro. Teatro é outra coisa. E eu gosto de teatro, eu prefiro teatro. Embora eu adoro, de vez em quando, ir à roda gigante, à montanha russa e rir de bobagem. O teatro deve ser – e ele é, quando é teatro – uma espécie de serviço social no nível da sensibilidade.

Não me levo a sério

José Wilker

Eu não me levo a sério. Eu não sou essa pessoa sisuda, que se acha intocável, que não merece crítica. Aliás, eu devo à critica a minha carreira. Boa parte daquilo que sou hoje eu sou porque aprendi com a crítica. E acho que a crítica bem-humorada que eles fazem, eventualmente agressiva, sim, a mim não incomoda em nada. As críticas que ouço ao Pânico são muito preconceituosas, muito mais próximas do desaforo do que da crítica. Isso é entretenimento, entendeu? Entretenimento tem uma importância muito pequena, [...] não muda o mundo. Não muda nem o hábito alimentar deles mesmos. (Sobre o programa Pânico)

Eu não gosto mesmo

José Wilker

Eu não gosto mesmo. Eu vi o Big Brother na casa de amigos. Aquilo me entedia um pouco. Na verdade, se trata de trabalhar com personagens pobres. E a coisa do dinheiro, em função de um comportamento, acaba nivelando as pessoas por baixo. Nada contra, mas eu não apostaria muito nisso. (Fevereiro de 2011, sobre o BBB)

Por favor

José Wilker

Por favor, não me peça opiniões políticas porque não me sinto qualificado para isso. No Brasil, as pessoas acham que os atores precisam ter opinião formada sobre tudo, até buraco de rua.

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