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Rodriguinho

Rodrigo Fernando do Amaral Silva, mais conhecido como Rodriguinho, é um cantor e compositor de pagode que nasceu em 27 de fevereiro de 1978. Iniciou sua carreira musical em 1990. Durante sua infância, ele e mais quatros amigos formaram um grupo chamado Toca do Coelho. Anos depois, ele começou oficialmente sua carreira no grupo Os Travessos e desde então tem feito sucesso. Rodriguinho foi o autor de muitos sucessos, como os álbuns Xinga Aí, Meu Deus Não Falha e Uma História Assim. Além disso, ele tem um filho cantor chamado Gabriel, com quem gravou um álbum chamado Legado: O Show, com a parceria de Ah! Mr. Dan. Quer saber mais sobre o cantor? Confira a história dele!

Cantores de um sucesso só

Nos meus quase 30 anos de estrada, cada CD tem no mínimo quatro sucessos, mas as pessoas esquecem isso. Hoje, o sucesso no país, além de ser momentâneo, é questão de sorte, não é mais talento. O brasileiro tem memória curta, e não falo só por mim.

Tem espaço para todo mundo

Acho que o universo musical está aberto para todo mundo. Tem que aparecer novos ritmos, tem que ter mais sertanejo, funk, samba, rock, axé, o nosso cenário é muito rico musicalmente.

Estilo Rodriguinho

Foto Rodriguinho

O pagode é mais pejorativo. É um disco de samba. Meu samba é diferente, é um samba chique, é meio que diferente do pagode romântico.

Escolhido pelo ritmo musical

Foi algo natural, não foi uma escolha, simplesmente foi acontecendo... Na época eu nem ouvia muito samba, pra falar a verdade, mas foi algo que aconteceu… Conheci, gostei e estou nisso até hoje. Apesar de produzir, que eu produzo até para outros artistas de outros segmentos, também, mas o samba é o que está dentro da minha vida.

Maior dificuldade da carreira

Foto Rodriguinho

O começo do meu trabalho solo. Eu achei que seria mais fácil no início por eu ser o Rodriguinho, já ser conhecido, né, mas não, é um recomeço, é como você começar do zero. Você ficou grande e tem que começar a andar de novo, você não sabe mais andar, tem que andar de novo, é uma coisa louca. É uma luta, você meio que tenta apagar o que você foi, inserir uma coisa nova, até porque não dá mais para seguir aquilo, porque eu era de um grupo.

Ritual antes de subir no palco

Tenho alguns exercícios que eu faço, preparação de voz, exercícios passados pela minha fono... a idade vai chegando e você vai precisando fazer algumas coisas. Faço exercícios assim, mas nada demais.

Lidando com a fama

Foto Rodriguinho

Vejo o assédio dos fãs como um reconhecimento do meu trabalho, é uma forma de demonstrar o carinho que eles têm por você. A gente tem que saber disso e estar preparado para isso em todos os momentos. Se você não quiser isso, então não saia de casa, não trabalhe com música, não trabalhe com o público... há muito tempo que trabalho com isso, já estou bem acostumado, sei tirar de letra.

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Fora dos palcos

Eu sou muito caseiro, fico em casa ou no meu estúdio. Gosto demais de curtir meus filhos, minha família. Eu consigo bem dividir meu tempo entre o trabalho, o lazer, a academia que eu gosto muito, jogar videogame também é uma coisa que eu curto muito.

Interação com os fãs

Eu tenho Twitter, eu estou 24 horas no Twitter, eu gosto muito de dar informações de tudo o que eu faço, de tudo o que acontece... eu tenho uma interação muito grande com os meus fãs, com as pessoas que querem me conhecer, querem me dar conselhos, dar palpite, saber de tudo e eu conto tudo. Eu gosto muito e acho que é uma ferramenta muito importante hoje para quem é do meio artístico, pra quem quer viver de arte. A internet é um instrumento de divulgação e dá para tirar muito proveito disso.

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Trabalho entre pai e filho

Foto Rodriguinho e filho.

Nós tentamos fazer um trabalho legal, ele está curtindo e enquanto ele estiver feliz, nós estamos juntos nessa. Estamos sem a pretensão de estourar agora, a ideia mesmo é deixar ele feliz.

Legado

Foto Rodriguinho

Sempre trabalho com projeto, com coisas que eu gosto de fazer. Podem esperar autenticidade cada vez mais.

Carreira solo é uma roubada?

Nós temos os dois exemplos, de roubadas e de coisas boas. A minha carreira, no início, parecia uma roubada, mas depois deu muito certo. Eu gostei muito de trabalhar sozinho, de exercer as minhas ideias, minhas músicas, meus gostos. Para mim foi ótimo!

Músicas marcantes

Foto Rodriguinho

“Sorria que Eu Estou Te Filmando” que marcou e mudou uma época, tanto do samba, quanto da minha carreira. E outra que foi um marco para mim foi “Livre pra Voar”, que eu gravei e o Exaltasamba gravou, também. Essa música foi composta por mim e pelo Thiaguinho… Ela mudou meu jeito de compor e a cara do samba que estava rolando.

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Vaidade

Já tive alguns problemas por conta da descoloração de cabelo, aliás, bastante problema, e parei de fazer um tempo. Mas daqui a pouco eu vou tirar, não tenho essa necessidade de ficar preso a um visual.

Primeiro contato com a música

Eu tinha uns seis anos de idade. Minha avó, meu avô e meus tios tinham muitos discos vinil e eu folheando, vi um disco do roupa nova, um disco que tinha umas jaquetas amarelas voando na capa, e eu fiquei louco com aquilo e comecei a ouvir aquele disco. Me apaixonei pela música “Sapato velho” e dali eu vi que eu queria ser músico, que eu queria estar trabalhando com isso.

Dieta

Foto Rodriguinho

Eu comecei a fazer, perdi uns 7 kg, e mantive. Não perdi o que queria, pois queria perder uns 15. Mas aí eu comecei a trabalhar tanto que eu falei ‘Já foi, né!’. Não tenho mais como ser o saradão e fazer tudo isso que eu faço, porque eu perco muito tempo dentro do estúdio, e comendo mal. Além do que, eu adoro comer. Tô feliz comigo assim!

O preço da fama

Não era nem por causa da grana, eu queria muito ser famoso. Se eu soubesse das coisas que isso acarretaria, acho que talvez… Foi uma loucura, para mim foi uma loucura, eu fiquei meio mal, fui até em psicólogo. Eu trabalhei bastante, corri muito atrás da fama, de ser bem-sucedido, de viver do que eu gosto, mas se eu falar para você o que é, você nunca vai imaginar.

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Loucura de fãs

Invadir quarto de hotel. Acho que já passei por isso umas 20 vezes. Nos hotéis têm aqueles quartos conjugados, onde você passa de um quarto pro outro. A pessoa pegava um quarto do lado do meu e dava um dinheiro para a camareira abrir aquela porta. Elas entravam enquanto eu estava dormindo, era muito louco. Mas tatuagem eu acho que é a pior.

Influências no seu som

Eu ouço muito a black music. Eu e o Thiaguinho, quando a gente compõe, a gente pensa em black. As divisões, o jeito de cantar. Aí depois ele transforma em samba e eu transformo em swing. Mas a gente pensa sempre em black. Então eu tento colocar todos esses elementos na música: os coros, o lance da guitarra, a instrumentação toda, as viradas da bateria. Quem é do black sabe que a gente ouve e quem é do samba sabe que está diferente.

Era digital

A internet também aceita tudo, o que facilita no caso a entrada de muitos artistas e também o sumiço de muitos deles. Infelizmente acho que hoje não vivemos de pessoas que gostam de música, mas vivemos de pessoas que gostam de balada, de beber, que gostam de sexo, que gostam de usar drogas... Aí a música que fala sobre o tema que se encaixa a pessoa vai e gosta.

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Seu filho se tornou pai

Sempre pensava nele como pai, mas não pensava em mim como avô. Se é muito bom quando seu filho tira uma nota boa e você fica feliz, quando faz um gol jogando futebol e você fica feliz, imagina quando ele tem um filho.