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Outubro Rosa

Neste mês, a Rede Feminina de Combate ao Câncer realiza o Outubro Rosa com o objetivo de conscientizar as mulheres da importância da realização dos exames preventivos do câncer de mama. Muitas mulheres não sabem mas o autoexame pode salvar sua vida. O toque aos seios durante ou após o banho pode detectar algum nódulo ou mudança na mama que pode ser indicio do início do câncer. Portanto, cuide de você! Faça o autoexame. Leia mais, fique por dentro e espalhe você também essa onda rosa! Use rosa no mês de outubro e mostre que você, homem ou mulher, faz parte desta causa tão nobre em nome da saúde das mulheres.

Outubro Rosa

O nome remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e instituições públicas. O movimento começou na década de 90 nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas de realização de mamografia e de detecção do câncer de mama no mês de outubro.

Autoexame

O autoexame é uma medida importante para identificar nódulos de um possível câncer de mama. Esse procedimento preventivo deve ser realizado todos os meses, sempre após o período menstrual.
Nele, as mulheres devem estar atentas também a alterações como retração da pele ou do mamilo, inchaços, assimetria, avermelhamento, secreção com sangue e gânglios que surgem nas axilas, crescem e não somem. Porém, apresentar um desses sintomas não significa que há câncer, mas é um indicativo de que é preciso procurar um médico.

Para ajudar a fazer o autoexame das mamas, o Hospital Amaral Cavalho (HAC) divulga um infográfico com o passo a passo que deve ser seguido pelas mulheres. Confira na fonte abaixo.

Bolsa de Mulher

Exame gratuito

Alexandre Padilha, ministro da Saúde

O Ministério da Saúde faz um grande esforço para que estados e municípios aumentem a oferta de mamografia, inclusive adotando a estratégia da mamografia móvel, que são carretas que vão para o interior, para a periferia das grandes cidades, alertando sobre a importância, não só do diagnóstico, mas de começar o tratamento em até 60 dias depois do diagnóstico.

Cuide-se, mulher! Entre no clima do Outubro Rosa

Por um mundo mais cor de rosa

Para alertar a população para a importância da prevenção desse tumor, que é o câncer mais comum em mulheres em todo o mundo, o Congresso Nacional se junta a monumentos em todo o mundo no Outubro Rosa e se ilumina de rosa durante todo este mês. Em Brasília, diversos prédios públicos, como a Catedral, o Ministério da Saúde e o Palácio do Planalto estão iluminados com a cor rosa.

Ela decidiu dar a vida

Como o ditado diz, amor de mãe não tem igual! E Simone Calixto provou que esse ditado é realmente verdadeiro, mostrando a todos que o forte sentimento que tinha pela filha que ainda geria era maior do que qualquer dificuldade que poderia ter na vida. Simone teve que enfrentar uma das doenças mais temidas, o câncer, para dar a luz à pequena Melissa, sua segunda filha.

Descoberta

Dez subtipos do Câncer de mama

Um grupo de cientistas das universidades de Cambridge, na Grã-Bretanha, e Columbia Britânica, no Canadá, realizou estudo e chegou à conclusão de que o câncer de mama na verdade é formado por dez tipos diferentes de tumores. Foram analisados 2 mil tumores, durante cinco anos, e a conclusão é que eles são causados por mutações genéticas diferentes o suficiente para receberem tratamentos específicos.

Compartilhe frases para conscientizar sobre o Outubro Rosa!

Sintomas

- Nódulo endurecido
- Abaulamento de uma parte da mama
- Inchaço da pele
- Vermelhidão no local
- Inversão do mamilo
- Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
- Sensação de nódulo aumentado na axila
- Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
- Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
- Inchaço do braço
- Descamação ou coceira

Fatores de Risco

- Ser mulher
- Raça branca
- Predisposição genética hereditária
- Mulher sem história de gravidez ou com gravidez depois dos 30 anos de idade
- Obesidade
- Cigarro
- Consumo de álcool (mais de suas doses diárias)
- Menopausa tardia
- Primeira menstruação antes dos 11 anos
- Terapia de composição hormonal combinada (por mais de 10 anos)
- Antecedentes de radioterapia
- Mamas densas
- Excesso de exposição à radiação
- Vida sedentária
- Dieta desequilibrada
- Terapia de reposição hormonal sem orientação e acompanhamento médico
- Nuliparidade (nunca ter engravidado).

Novo diagnóstico em 3D

Para reduzir de maneira considerável a chance de diagnósticos precipitados, um aparelho 3D tem sido usado por aumentar em até 85% o índice de acertos em relação aos equipamentos mais modernos existentes atualmente: a Tomossíntese. Ele faz uma série de imagens milimétricas da mama, o que permite observar os tecidos por diferentes ângulos.
A unidade Botafogo do Cepem - Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher - localizada no Rio de Janeiro, é o primeiro local a contar com este recurso tecnológico.

Veja também o Especial Setembro Amarelo: Mês de prevenção ao suicídio!

Na juventude

Apesar de não existirem estatísticas oficiais, médicos e entidades ligadas a pacientes de câncer de mama vêm observando que, atualmente, a doença atinge a um número maior de mulheres abaixo dos 40 anos. Ou seja, mesmo durante a juventude, é preciso esclarecer-se sobre o assunto e estar sempre em dia com os exames capazes indicar a detecção precoce.

Troca de informações

Luciana Holtz, psico-oncologista

É de extrema importância que a mulher faça os exames rotineiros anualmente, que ela conheça o histórico genético de sua família, assim como o seu próprio corpo. Elas precisam chegar ao consultório para compartilhar o máximo de informações com o médico. Não se auto diagnosticarem, mas sim fornecer informações para o médico conhecer ainda mais a paciente.

Novembro azul: Homem é tempo de se cuidar!

Ato heróico

Angelina Jolie

A atriz Angelina Jolie anunciou através de um artigo, publicado no "The New York Times", que fez um procedimento de mastectomia dupla preventiva, que consiste na cirurgia de retirada dos seios. A atriz de 37 anos tomou essa medida porque, segundo seu médico, ela possuía o gene "falho" BRCA1, o que aumenta significativamente o risco de desenvolver câncer. A atriz tinha 87% de chances de contrair câncer de mama e 50% de ter câncer de ovário. "Posso agora dizer aos meus filhos que não precisam de ter medo de me perder para o câncer de mama."

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